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01 Set 2010 A Felicidade e o Bem Estar
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Um dos principais objectivos de um político é proporcionar condições para que as pessoas sejam felizes. Existe até um país no mundo – o Butão – que criou um indicador de felicidade que é a Felicidade Nacional Bruta e o colocou no centro da sua orientação política.

A conferência do TED abaixo de Daniel Kahneman abriu-me os horizontes a novos conceitos e que fizeram-me reflectir profundamente. Tive de a ouvir 2 vezes de seguida para ter a certeza que tinha percebido tudo…

A palavra felicidade é utilizada para diferentes situações completamente diferentes.

Existe em cada pessoa duas entidades que analisam a felicidade sob duas perspectivas completamente diferentes:
1) o que estou a sentir em cada momento (o que vive no presente e vive a experiência)
2) como relembrarei esta experiência (o que regista as experiências passadas)

Estas duas perspectivas são muitas vezes conflituantes e geram enormes confusões sobre quão felizes somos.

A primeira perspectiva tem curta duração (reavaliada a cada 3 segundos) e avalia como nos sentimos em cada momento. Esta noção de felicidade funciona como um sistema nervoso que deixa de considerar muito relevante o conforto que se dá por adquirido. E avalia a felicidade face as alternativas conhecidas e/ou possíveis.

A segunda perspectiva vive das histórias que a memória nos conta. É independente do tempo de duração da experiência e depende muito do enredo e de como é contada e como termina. Uma história que acaba mal deixa uma má memória e é essa má memória que perdurará. Pelo contrário uma história que termina bem deixa uma boa memória, mesmo que no seu enredo tenham existido momentos menos bons ou interessantes.

Para saber mais veja a conferência… Vale a pena.

Que conclusões se podem daqui extrair para a actividade política?

1. As pessoas apreciam mais o proporcionar experiências com enredos que terminam
de forma memorável do que situações que proporcionam uma configuração constante do nível de bem estar.

2. Os eventos devem terminar em apoteose (apoteose significa o momento em que o homem se transforma em Deus) e não em decréscimo gradual.

3. Os eventos não têm necessariamente de ir sempre em crescendo. Tem é de existir um enredo e terminar bem.

4. Uma má notícia ou uma situação política desagradável deixará uma menor memória se no final for possível inverter, ainda que ligeiramente o enredo para algo mais positivo porque isso deixará uma memória menos negativa.

5. O efeito surpresa tem impactos positivos quer para a felicidade momentânea, quer para a felicidade memorizada.

6. Uma boa experiência repetida muitas vezes dá felicidade momentânea mas não acrescenta enredo para as histórias que a memórias nos conta.

7. Longas experiências positivas não acrescentam tanta felicidade como mais boas experiências mais curtas. Por exemplo: 15 dias de férias em Paris [ou Londres] proporciona menos felicidade do que 7 dias em Paris e 7 dias em Londres.

8. Experiências diferentes criam memórias diferentes pelo que mesmo os eventos regulares devem ter sempre fortes elementos de novidade (na decoração, na sequência, nos protagonistas, no enredo).

9. Escolhemos com base na memórias das experiências.

10. Tomamos opções para o futuro (férias; ir ou não ir a um evento; escolhas eleitorais; etc.) antecipando as memórias que achamos que isso nos irá proporcionar. Assim, opções que aludem a más memórias serão provavelmente descartadas logo à partida.

11. Imaginemos que sabíamos que no final de umas férias iríamos sofrer de amnésia e esquecer tudo o que tínhamos experimentado nessas férias. Saber antecipadamente esse facto far-nos-ia tomar opções diferentes sobre que tipo de férias faríamos e que actividades faríamos nas férias? Seguramente… Ou seja, tomamos opções não apenas para a felicidade imediata mas para a memória dessa felicidade.

12. Para a felicidade experimentada em cada momento factores como a disponibilidade financeira e o alcançar de objectivos são factores muito importantes.

13. Para a felicidade memorizada as relações sociais são factores muito importantes e passar tempo com pessoas de quem gostamos é preponderante.

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26 Ago 2010 é inacreditável
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“Ensino os meus netos a serem malcriados, mas não muito pesadamente”
ALBERTO JOÃO JARDIM, PRESIDENTE DO GOVERNO ENTREVISTA À CARAS

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25 Ago 2010 Plataforma Democrática

Jacinto Serrão – o Presidente do PS-Madeira – apresentou na Festa da Liberdade a nova abordagem estratégica do PS para o futuro da Madeira – promover uma plataforma democrática onde os partidos da oposição, mas também as organizações da sociedade, podem colaborar na construção dos consensos para salvar a Madeira da situação calamitosa em que se encontra em termos financeiros, económicos, sociais e democráticos.

Está aos olhos de todos que o actual governo do PSD na Madeira não tem vontade política, nem energia, nem mobilização para mudar a sua receita de 3 décadas. Perante o descalabro do modelo que criou, só consegue ver e fazer o que sempre fez: endividamento para fazer obras de cimento e alcatrão. Este comportamento faz lembrar aquele homem, que apenas tendo um martelo achava que todos os problemas se pareciam com pregos e se resolviam à martelada. Neste momento, nem o modelo do endividamento é possível, nem o cimento e o alcatrão são o que faz falta!

A Plataforma Democrática surge para encontrar soluções com consenso alargado para os muitos e difíceis problemas que a Madeira se depara. São esses problemas que coarctam  as esperanças de um melhor futuro para os Madeirenses.

Em poucos dias surgiram reacções de todo o lado à ideia da Plataforma Democrática, mas todas elas partilham a vontade de saber mais sobre o que pretende o PS-Madeira com esta iniciativa.

Se pensarmos nos problemas da Madeira como um grande elefante, naturalmente que os diversos partidos têm soluções diferentes para abordar o elefante. Mas se o elefante for cortado em bifes, analisando um problema de cada vez é possível consensualizar soluções entre os partidos. Quando os diversos partidos de oposição na Madeira se focam nas questões em concreto têm muita facilidade em encontrar consensos. Isso tem acontecido no Parlamento muitas vezes…

Será muito fácil chegar a acordo sobre a reforma do parlamento – sobre a necessidade de debates periódicos obrigatórios com os membros do governo, sobre a alteração deste regimento cerceador da intervenção e do debate. Sobre a necessidade de dignificar a actividade do parlamento e tê-lo como verdadeiro centro da discussão política do futuro da Madeira. Será uma convergência democrática útil e necessária.

Será fácil chegar a acordo sobre a adaptação do Estatuto Político Administrativo da Região com base na última alteração da Constituição. Será também fácil chegar a acordo sobre as boas mudanças que poderiam existir na Constituição no que respeita à Madeira, nomeadamente para clarificar de vez o interesse específico e as Leis Gerais da República. Será uma convergência autonómica útil e necessária!

É também evidente que a governação tem de ter soluções rápidas na área do emprego e do apoio social. Todos os partidos e as organizações sociais o reclamam! A convergência social será também uma área onde as soluções para a governação podem ser consensualizadas com alguma facilidade.

Se chegarmos a consensos sobre estas três áreas iniciais será já uma boa base para alterar o regime político na Madeira.

Assim, o desafio da Plataforma Democrática, lançado no passado Domingo por Jacinto Serrão, é, em primeiro lugar, dar esperança aos Madeirenses numa alternativa política que acorda num conjunto de pressupostos essenciais.

Depois de acordarmos naquilo que é inadiável iniciaremos um processo que não sabemos ainda como evoluirá, tal como não podemos saber como será a vida de um bebé acabado de nascer.

Parafraseando Lula da Silva quando iniciou o seu primeiro mandato no Palácio do Planalto – Vamos começar por fazer o inadiável, depois o possível e depois disso, quase sem darmos conta, já estaremos a fazer o impossível…

Mesmo na área económica é possível ter soluções consensualizadas. Vamos discutir a actual situação dos portos. Vamos analisar o actual modelo das Sociedades de Desenvolvimento. Vamos acabar com o esbanjar de recursos preciosos com “amantes caras”, como já lhes chamou o ainda Presidente do Governo Regional.

É necessário ter em conta que, mesmo no ano da grande mentira de 2007 sobre as finanças da Madeira, onde todos os partidos da oposição desceram face aos resultados anteriores, 61% dos Madeirenses não votaram no PSD. 61% dos Madeirenses ou votaram na oposição ou ficaram em casa por falta de esperança numa mudança política.

O caminho faz-se caminhando e o PS está disponível para iniciar o caminho olhando para os seus parceiros de viagem como iguais em legitimidade e dignidade para encontrar as soluções consensualizadas para o Futuro da Madeira.

É nesta Convergência e União que estará a solução para a Madeira. Não que os partidos e as organizações individualmente não tenham soluções para o fazer, mas porque se convergirmos em matérias essenciais, seremos todos, partidos e organizações, mais fortes porque transmitiremos aos madeirenses a confiança em soluções de governação que têm uma plataforma política de apoio que garanta estabilidade.

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12 Ago 2010 Voar em poesia
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08 Ago 2010 Sobre liderança
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Não me atrevo a traduzir por causa das implicações políticas.

08 Ago 2010 O mundo está prestes a dar uma volta
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Gostei muito do artigo do Maximiano Martins no DN-Madeira de hoje. Concordo com ele.

O mapa que se segue está cientificamente correcto – só está numa perspectiva “ligeiramente” diferente… Com a China no centro do mapa e com uma forma de representação que não torna a Europa maior do que ela é na realidade geográfica, como estamos habituados a vê-la. Qual das percepções está errada a do mapa que temos ou a deste novo mapa? O mais engraçado é que estão ambas certas. :-)

08 Ago 2010 Quebrar as barreiras de raciocínio que nos impõe o hábito
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No Japão as ruas não têm nomes. Os blocos de casas têm nomes e as casas são numeradas por ordem de construção e não pela sequência ao longo da estrada. As estradas são apenas os espaços sem nome entre os blocos.
Nós fazemos ao contrário – damos nomes às ruas e numeramos as casas pela sequência da rua.

Existem médicos na China que recebem uma avença para que os seus pacientes permaneçam saudáveis. Se por acaso os pacientes ficarem doentes o médico deixa de receber, porque não fez o seu trabalho suficientemente bem. Os médicos são pagos para manter os seus pacientes saudáveis e não para curar os que adoecem. Os médicos prosperam economicamente quando os seus pacientes estão saudáveis e não quando estão doentes.

04 Ago 2010 Cronologia do caso Paulo Gonzo
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Este caso Paulo Gonzo ficará para o registo histórico do PS-Madeira dos casos que sempre aconteceram nas festas e comícios na Madeira. Uns são públicos, como o caso do Toni Carreira, muitos outros não chegaram a ser públicos.

O problema é sempre o mesmo: Conhecido o artista, o PSD pressiona, ameaça, paga mais ou pede mais espectáculos e compra todos os que se deixam comprar.

Não é um problema de organização – é um problema de regime político que se vive na Madeira.

Dizer que isto é um problema de organização é o mesmo que dizer que o Diário de Notícias – Madeira não é bem gerido e organizado, quando todos sabemos como se comporta o poder político na Madeira com a publicidade e com o financiamento absurdo da concorrência.

Eis uma breve cronologia dos factos do caso Paulo Gonzo:

1. Perante o problema colocado pela impossibilidade de o Roberto Leal actuar na Festa da Liberdade, motivado por um problema entre os agentes do artista em Portugal e Brasil que marcaram 2 espectáculos para o mesmo dia em Portugal e no Brasil. O PS-Madeira teve de encontrar rapidamente uma alternativa porque o Roberto Leal decidiu actuar no Brasil, pelo que, independentemente das consequências que daí adviessem ele não actuaria na Festa da Liberdade.

2. Na passada sexta-feira estava tudo acordado para a actuação do Paulo Gonzo ao mais ínfimo detalhe. Quando digo “o mais ínfimo detalhe” é mesmo a sério e não se limita a preço, datas e número de pessoas. Estou a falar de estar definida à posição das luzes no palco, o peso de excesso de bagagem e todas as posições dos instrumentos em palco.

3. Por estarmos em cima do evento e existir publicidade nos cartazes, tínhamos todo o interesse em anunciar o novo artista, pelo que fiz o anúncio público na segunda-feira às 11h.

4. Poucas horas depois de a notícia estar nos órgãos de comunicação regional surge uma nova exigência – o Paulo Gonzo exige um palco exclusivo para a sua banda onde mais ninguém pode actuar.
Ora a actuação do Paulo Gonzo é de apenas 1 hora e a Festa é um dia inteiro. A Festa conta com a participação de muitos artistas… Depois de muito ponderar aceitamos a instalação de um segundo palco, mesmo conscientes dos custos que isso teria.
Resolvido esse empecilho surge outro.

5. A mesa de som tinha de ser de uma marca específica porque caso contrário não haveria tempo para fazer a configuração e os testes de som. Ou seja, seria necessário ter duas mesas de som quando na realidade as mesas de som permitem a gravação da configuração para os diversos artistas…
O aluguer de uma mesa de som desta natureza custa mais alguns milhares de euros. Voltamos a ponderar e voltamos a aceitar esse requisito adicional, tendo encontrado uma solução para esse problema.
Resolvido esse empecilho surge outro.

6. Surgiu então a exigência que a empresa de som fosse uma empresa em concreto e não a empresa que já tínhamos contratado. A empresa que queriam que prestasse o serviço era, segundo me dizem, uma empresa do grupo do Jaime Ramos.
Perante a sequência quis que me dissessem de uma vez todas as novas exigências e não às pinginhas.

7. Ai surgiram as clausulas leoninas que permitem que, depois de o PS pagar tudo à cabeça, os artistas apresentem uma justificação muito fácil e não tenham de fazer o espectáculo e não fiquem sequer com a obrigação de devolver o valor pago.
Obviamente recusamos.

8. Tivemos entretanto a informação que o Paulo Gonzo foi entretanto contratado para uma festa na Ribeira Brava em Maio/2011… Não é seguramente coincidência…

02 Ago 2010 Conferência de imprensa – Festa da Liberdade
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29 Jul 2010 As dificuldades de contar e identificar

O Diário de Notícias de hoje traz um artigo onde conta de forma errada o número de iniciativas do PS nos primeiros 6 meses de 2010.

http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/220693/politica/220805-deputados-do-psd-registam-recorde-de-trabalho-na-rua

O Diário de Notícias só conseguiu contar 12 iniciativas do PS. Utillizou critérios diferentes para os diversos partidos. Para uns conta as iniciativas dos deputados e não deputados, para outros conta apenas deputados. No caso do PS exclui o Presidente do Partido da contagem e conclui que o PSD é o que faz mais e o PS o que faz menos iniciativas de todos os partidos.

Os números certos do PS são:

- Desde o início do actual mandato até 30 de Junho o PS realizou 118 iniciativas.

- Dessas iniciativas 77 foram realizadas por deputados do PS na ALRAM.

- Foram 48 as iniciativas realizadas no exterior, ou seja, fora das sedes.

- Foram 27 as iniciativas realizadas no exterior e por deputados.

O DN só conseguiu contar 12…

A agenda política de quem dirige a redacção do DN é muito clara no que respeita ao PS. Por um lado não gostaram do resultado das eleições internas no PS e tentam agora fazer no seu trabalho diário, que de acordo com a linha editorial oficial deveria ser isento, o que não conseguiram nas eleições do PS… desde logo porque não votam. As notícias de quem dirige a redacção do DN tem um alvo claro – o Presidente do PS-Madeira. Em relação a todos os demais dirigentes e deputados do PS é garantido o destaque na medida do seu protagonismo, mas ao Presidente do PS-Madeira só é dado protagonismo (fotos, títulos, dimensão da notícia e primeira página) em assuntos incómodos ou quando existem criticas. As notícias por encomenda têm sempre uma orientação clara no que respeita ao Presidente do PS-Madeira.

O DN, enquanto órgão de comunicação social privado pode ter opções políticas, apesar da sua linha editorial dizer o contrário, mas devem ser opções assumidas, como fazem outros órgãos de comunicação social pelo mundo fora. O mesmo não pode acontecer com os órgãos de comunicação públicos que têm a obrigação de ser isentos.

O que não faz sentido é existirem orientações políticas que vão sendo apresentadas de forma subrepticia aos leitores mais distraídos, sob a falsa capa de isenção, em vez de as assumir claramente.

Assim, desafio quem dirige a redacção do DN a assumir publicamente a vossa orientação editorial no que respeita ao Presidente do PS-Madeira. Já agora, assumam também que têm um delfim preferido para a sucessão do Alberto João Jardim no PSD. Assumam também qual é o líder partidário da vossa preferência. Digam-no de forma clara e depois podem continuar a implementar a vossa agenda política já sem problemas de consciência (se é que chegam a os ter).

28 Jul 2010 Perigos do Multibanco?

Excerto do programa “Nós por cá” da SIC

Nós por Cá

em que é relatado um caso insólito: Depois de uma compra numa loja Zara paga com Multibanco no valor de 9,90€, a cliente viu sair da sua conta 3€ adicionais quando no final do dia ao fechar a caixa as funcionárias da Zara verificaram que esses 3€ estavam em falta. Esse valor foi retirado sem conhecimento da cliente, mas com a autorização da UNICRE e implicitamente do banco (neste caso o MILLENNIUM BCP). Vale a pena ver o vídeo até ao fim…

15 Jul 2010 O crescimento económico da Asia
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15 Jul 2010 O crescimento populacional nos próximos 40 anos

14 Jul 2010 Mobília transformável
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Todos conhecemos sofás-cama ou mesas extensíveis, mas este vídeo mostra mobília transformável levada a outro nível. Nunca tinha visto nada assim!

Os fabricantes são europeus, um deles é espanhol (Sellex):


http://www.sellex.es/en/products/Bunk_Beds/La_Literal/89-Folding_Bunkbed/

e o outro Inglês (CLEI):

Sofá transformável em beliche Mesas transformável em cama

http://www.clei.co.uk/clei/single_wallbeds.htm

O último site é particularmente interessante. Parece-me uma opção de futuro, pois é uma mobília versátil… pode ser usada em espaços maiores, mas é perfeita como mobília para espaços pequenos…

28 Jun 2010 Adoro os meus Brinquedos!!!
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Palavras para quê, o sorriso da nossa Rita Matilde diz tudo :)

É uma boneca no meio dos bonecos!!!

28 Jun 2010 Nuvens fantásticas e raras – vale a pena ver
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http://bocaberta.org/2008/12/nuvens-formacoes-coloridas-impressionantes-e-raras.html

21 Jun 2010 Voar com as mãos
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09 Jun 2010 Menino bem comportado
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http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/213143-um-ps-madeira-obediente-a-lisboa-lindos-meninos

É o gabinete de estudos, liderado pelo Vice-Presidente André Escórcio, que está a trabalhar intensamente no programa de governo. O Gabinete de Estudos iniciou a sua actividade a 13 de Março e não, como é óbvio, após a visita do líder do Grupo Parlamentar Francisco Assis a 16 de Maio.

O Gabinete de Estudos está a fazer um trabalho sem visibilidade pública para poder receber o contributo de mais pessoas que querem contribuir, mas têm medo dos vigias que estão estrábicos de tanto quererem controlar a sociedade.

Temos tido a participação de cada vez mais pessoas… e que pessoas! O regime jardinista está em ruptura total e já ninguém tem paciência para os tiques caquécticos neste fim de ciclo.

O Sr. Deputado Gaspar tem especial gosto em olhar para tudo o que o PS faz. Está incomodado por estarmos a fazer tanta coisa… Mas não se incomode, volte para debaixo da sua bananeira e durma descansado que o sua obediência ao patrão há de ser suficiente para que ele lhe arranje um cargo de articulista nalgum pasquim…

05 Jun 2010 Passeando com a Rita no Funchal
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Na terceira foto vê-se bem como está o nível de terra/pedras que foi colocado na praia do Funchal na sequência do temporal de Fevereiro.















03 Jun 2010 Rita Matilde com os pais em Abril
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Sim, eu sei que já vamos em Junho, mas estas fotos são do final de Abril… mês em que a nossa Rita fez dois anos!