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Archive for Março 24th, 2008

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (10)
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Semana 55 – O mundo dos programas

Inicia-se na semana 49 a 53 e dura entre 3 a 6 semanas

O mundo dos programas ocorre pouco depois de completar um ano de idade. Os programas são conceitos abstractos que agrupam uma sequência de eventos em determinada ordem e com determinado significado. Por exemplo, o bebé aprende o que significa lavar a roupa, juntando um conjunto de actividades em sequência mas não necessariamente imediatas. Outros exemplos são pôr a mesa, comer uma refeição, vestir-se, fazer uma chamada telefónica, ir às compras e outros milhões de programas que existem no nosso dia-a-dia de adultos.
Passou apenas um ano e o bebé já consegue compreender e lidar com imensos objectos, conceitos. Fui uma evolução fantástica que necessitou de muito esforço, quer dos pais, quer do bebé. Crescer dá muito trabalho!

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana55.pdf

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (9)
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Semana 46 – O mundo das sequências

Inicia-se na semana 40 a 44 e dura entre 3 a 7 semanas

Neste período o bebé aprende a juntar as coisas e a conseguir alcançar os seus objectivos realizando sequências de tarefas pela ordem correcta.

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana46.pdf

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (8)
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Semana 37 – O mundo das categorias

Inicia-se na semana 32 a 37 e dura entre 3 a 6 semanas

Neste período o bebé começa a estudar o mundo ao ser redor de forma sistemática e organizada. Assim pode analisar as peças uma a uma de forma empenhada e compenetrado na sua tarefa. Pode organizar a comida no prato e analisar como é que cada comida reage quando é espremida entre o polegar e o indicador.
O bebé começa a ser capaz de reconhecer objectos, sensações, animais e pessoas e agrupá-los em categorias. Este novo mundo de categorias aplica-se à vista, mas também aos sons, cheiros, sabores e toques.
O bebé passa também a compreender melhor as emoções. Compreende cada vez mais palavras apesar de não as conseguir dizer.

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana37.pdf

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (7)
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Semana 26 – O mundo dos relacionamentos

Inicia-se na semana 23 a 25 e dura entre 1 a 5 semanas

Neste período o bebé ganha mais mobilidade e aumenta a coordenação entre mãos, pernas e resto do corpo. Uma das principais relações que o bebé agora percebe é a distância entre as coisas. De repente o mundo passou a ser gigantesco e o bebé muito pequenino e indefeso. Os pais podem deslocar-se rapidamente para outro sítio (perto ou longe) e isso é assustador para o bebé.

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana26.pdf

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (6)
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Semana 19 – O mundo dos eventos

Inicia-se na semana 14 a 17 e dura entre 1 e 6 semanas

Neste período o bebé começa a perceber que umas coisas acontecem após as outras. Um bebé não sabe que quando uma bola cai no chão vai ressaltar. Também não sabe que quando alguém salta vai depois cair para o chão. Tudo isto tem de ser aprendido.
Também ao nível do controlo do corpo e da voz existem desenvolvimentos.

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana19.pdf

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (5)
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Semana 12 – O mundo das transições suaves

Inicia-se na semana 11 ou 12 e dura menos de 1 semana

Neste período o bebé deixa de ter movimentos desajeitados para movimentos suaves e deliberados como o dos adultos. Começa a produzir sons com variações de tom e a notar variações como a luz ao pôr-do-sol.
Os bebés rapazes tendem a tomar mais tempo das suas mães durante os primeiros meses. Isto provavelmente porque os rapazes choram mais e não dormem tão bem como as raparigas. Por outro lado as bebés raparigas obtém resposta mais imediata das mães, que também tendem a conversar mais com as filhas.

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana12.pdf

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (4)
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Semana 8 – O mundo dos padrões

Inicia-se na semana 7 a 9 e dura até 2 semanas

Sensivelmente após dois meses o bebé passa a ter consciência dos padrões mais simples. Começa a sentir os padrões não apenas pela vista mas em todos os seus sentidos.
Assim, começa a praticar movimentos com o corpo de forma coordenada, repete sons de forma deliberada, presta atenção às sobras que os objectos produzem.
Este novo mundo para o bebé pode ser confuso e intrigante, pelo que só após cerca de 2 semanas é que o bebé volta a sentir-se confortável com a nova forma de ver o mundo.
Entre a 6.ª e a 8.ª semana o diâmetro da cabeça do bebé volta a aumentar bastante e os investigadores registaram uma alteração do tipo de actividade eléctrica no cérebro.

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana8.pdf

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (3)
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Semana 5 – O mundo das sensações

Inicia-se na semana 4 ou 5 e dura 1 semana.

Nesta primeira mudança o bebé começa a sentir os efeitos do desenvolvimento dos órgãos e do seu metabolismo.
O bebé começa a ter percepção das sensações que recebe e torna-se mais sensível a essas sensações. Isto faz com que o bebé passe a olhar, cheirar e sentir de forma diferente porque começa a percepcionar as coisas que já conhecia de forma diferente.
Entre a 3.ª e 4.ª semana existe um aumento significativo do tamanho da cabeça do bebé e existe uma alteração na forma como o sistema digestivo do bebé funciona.

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana5.pdf

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (2)
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Logo após o Nascimento

Ver um bebé crescer é uma experiência fantástica. Os pais adoram guardar e celebrar os momentos em que um bebé pela primeira vez se senta, gatinha ou diz as primeiras palavras.
Na verdade a quantidade de novas capacidades adquiridas por um bebé é muito mais vasta. Ter conhecimento de quais são e quando ocorrem torna a experiência de ver um bebé crescer ainda mais interessante.
De acordo com este livro, todos os bebés têm períodos mais difíceis, pelo que se os pais estiverem atentos conseguem detectar mudanças nos comportamentos. Assim, os pais devem assumir o controlo do bebé logo que possível após os procedimentos hospitalares, e começar a conhecê-lo, para mais rapidamente serem capazes de compreender os seus sinais e responder adequadamente.

Desde a gravidez que o bebé é capaz de ver, ouvir e sentir emoções. Chegado a este novo mundo, o bebé tem muitos novos estímulos para descobrir. Desde o primeiro dia o bebé é capaz de reagir a esses estímulos. Isto passa por vezes despercebido porque no início o bebé é muito lento para a nossa velocidade habitual. Um bebé pode demorar vários segundos a reagir a um estímulo, como por exemplo uma cara sorridente.

Um bebé tem excelente memória e consegue reconhecer vozes, pessoas e brinquedos. O bebé consegue reconhecer e antecipar as rotinas diárias como o banho ou a mudança de fralda. Os bebés têm particular fascínio por tudo o que se assemelhe a uma cara. Também gostam muito de peluches coloridos de animais. Nesta idade os bebés preferem olhar para caras do que para brinquedos.

Os bebés conseguem transmitir emoções como alegria, aborrecimento ou surpresa. Fazem-no não só pela expressão facial, mas também pelos sons que produzem com a boca e naturalmente pelo choro. Todas as mensagens podem ser conhecidas e entendidas pelos pais. Os bebés esperam que os pais percebem o que querem dizer e ficam zangados e desconsolados quando não são entendidos e atendidos.

Os bebés também têm preferências e demonstram-no pelo tempo que dedicam espantados com cada coisa. Os bebés também se interessam mais pelas coisas em que recebem mais incentivos. Logo, os pais podem começar a encaminhar os estímulos logo nesta fase inicial.

Os bebés percepcionam o mundo como um todo, não distinguindo o que passa dentro de si ou o que passa no seu corpo, do que se passa fora do seu corpo. O bebé não se considera um ser autónomo. O bebé é capaz de sentir, ver, cheirar, ouvir, mas não consegue distinguir os sentidos ou processar a informação que sente. Tudo é recebido como um amontoado de informação que o bebé não é capaz de fazer um sentido específico. Quando um bebé sente uma coisa assume que todos estão a sentir o mesmo. Tudo isto torna por vezes mais difícil perceber porque chora um bebé.

Um bebé vem “pré-programado” com alguns reflexos. Por exemplo, automaticamente vira a cara para o lado quando está de cara para baixo. Fecha a mão com força quando sente um toque na palma da mão. Tem também o reflexo Moro quando se assusta.
Todos os reflexos vão desaparecendo à medida que vão sendo substituídos por movimentos voluntários.

O que um bebé vê?

Um bebé consegue ver com nitidez até 30 centímetros. Além desta distância provavelmente vê as imagens desfocadas. O bebé fixa atentamente os objectos e até capaz de acompanhar com os olhos um movimento, desde que este seja lento mas deliberado.
O objecto que um bebé melhor irá seguir é o que tiver as características de um rosto humano (dois pontos no topo para os olhos e um em baixo para a boca). Consegue fazê-lo desde poucas horas após o nascimento.
O bebé interessa-se por contrastes fortes. Riscas preto e brancas têm mais contraste do que vermelho e branco ou do que verde e azul.

Um bebé pode aborrecer-se por não ter nada novo para fazer, mas também reclama se for excessivamente estimulado.

O que um bebé ouve?

O bebé consegue reconhecer vozes, música ou o barulho de um motor. O bebé já ouvia no ventre da mãe, pelo que pode reconhecer sons familiares.
O bebé consegue distinguir sons graves de agudos, bem como volumes altos e baixos.
Os bebés assustam-se com facilidade com sons inesperados.
Um recém-nascido vira a cara em direcção aos sons que ouve, mas é muito lento. Demora 5 a 7 segundos para começar o movimento e 3 a 4 segundos para o completar. Este reflexo desaparece entre a quinta e a oitava semana.

O que um bebé cheira?

O bebé é muito sensível aos cheiros. Tipicamente não gostam de cheiros fortes e agressivos. Os bebés reconhecem o cheiro a leite e o cheiro da mãe. Se tiver várias peças de roupa à sua escolha a criança provavelmente escolherá a que tem o cheiro da sua mãe.

O que um bebé saboreia?

Os bebés distinguem os sabores e têm preferência pelo doce. Não gostam de azedo ou ácido e provavelmente cospem o que lhes souber a amargo.

O que um bebé sente?

O bebé consegue sentir variações de temperatura. Move a cabeça à procura do ponto mais quente, nomeadamente o mamilo.
O bebé é muito sensível ao toque, mas geralmente gosta do contacto com a pele e de massagens num quarto aquecido.
Os pais devem tentar descobrir que zonas os bebés mais gostam de sentir o toque para os poder acalmar nos momentos mais difíceis.

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (1)
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Vou ser pai pela primeira vez dentro de dias e está na hora de sistematizar os conhecimentos adquiridos na pilha de livros que li sobre o assunto.

Para mais sobre crianças e família visite http://www.familias-madeira.com/

Esta primeira sequência de posts é de um dos livros que estive a ler:

 

 

 

The Wonder Weeks
Hetty Vanderijt, Ph.D.
Frans Plooij, Ph.D.O livro “The Wonder Weeks” descreve o primeiro ano de vida de um bebé. Apresenta o que é que o bebé começa a conseguir fazer e em que período de referência (por exemplo à 5.ª semana), utilizando uma lista de competências para cada uma dessas semanas.
 

 

Todo o livro baseia-se no princípio que, mesmo estando saudável, um bebé tem ocasionalmente períodos em que está mais choroso, problemático, carente e rabugento. Os autores alegam que esses períodos acontecem porque estão a existir grandes mudanças no corpo e cérebro do bebé que lhe vão permitir começar a fazer novas “habilidades”. Com esta abordagem, os períodos mais difíceis do bebé podem ser encarados de uma forma positiva pelos pais, deixando mais facilmente para trás o transtorno e a dificuldade que essas alturas representam. Num período difícil é momento de estar atento às novas habilidades que o bebé vai começar a fazer…

Com base numa análise estatística os autores descobriram que os bebés costumam ter períodos mais problemáticos em determinadas semanas. Estas semanas de referência correspondem a um bebé nascido na semana 40. Caso o bebé tenha nascido antes ou depois é necessário deslocar a semana de referência na mesma quantidade de tempo.

As semanas de referência são:

Semana 5 – O mundo das sensações
Semana 8 – O mundo dos padrões
Semana 12 – O mundo das transições suaves
Semana 19 – O mundo dos eventos
Semana 26 – O mundo dos relacionamentos
Semana 37 – O mundo das categorias
Semana 46 – O mundo das sequências
Semana 55 – O mundo dos programas

24 Mar 2008 Fisco interessado na Boda Matrimonial
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Vi hoje a notícia de que o fisco vai fazer perguntas aos noivos sobre o respectivo casamento, quem pagou o vestido de noiva, quantos convidados, serviços de animação, restauração, florista, fotografo, iluminação e que ofertas receberam e não sei mais o quê.

A Direcção Geral dos Impostos requer ainda que sejam enviadas fotocópias das facturas… e ameaçam com coimas entre os 100€ e os 2500€ se os noivos não responderem dentro de 15 dias… O melhor é os noivos nem irem de Lua de Mel para aturar o fisco…

O objectivo parece ser por um lado detectar evasão fiscal e por outro lado analisar se as doações/prendas não excedem o valor legal (se não me engado o limite é 500€ – acima desse valor paga imposto…).

Também acho que o fisco tem outras formas de fiscalizar sem ter de perguntar aos noivos, nomeadamente fazer uma lei que obrigue as empresas da área a registar o evento on-line antecipadamente.

Eu tenho quase a certeza que os noivos não têm a obrigação legal de responder o que quer que seja ao fisco sobre esta matéria. Mas naturalmente os cidadãos têm medo do fisco e na dúvida responderão…

O dever de colaboração que a Direcção Geral de Impostos alega para solicitar estas informações apenas se aplica às obrigações fiscais dos próprios noivos e não de terceiros.

O que o fisco está a pedir é quase que os noivos tenham contabilidade organizada para a sua festa de casamento. Deixa-me rir!

Acho que o fisco transmite uma má imagem com esta iniciativa. Está a chegar a um ponto ridículo… Daqui a dias o fisco ainda vai querer que se inclua na declaração de rendimentos os presentes de aniversário, quer os que são em numerário, quer os que são em género… Ridículo!

Esta vai ser mais uma iniciativa como a dos piercings… Anuncia-se publicamente e arquiva-se de imediato…

24 Mar 2008 Mais um apoio de peso para Obama

Bill Richardson, foi um candidato democrata nesta corrida presidencial dos EstadosUnidos que já desistiu. Veio agora anunciar o seu apoio a Obama.

Richardson é um apoio muito importante porque era o único candidato latino entre os democratas e o voto latino tem sido mais favorável a Hillary. O voto latino será importante nas eleições de 22 de Abril do maior estado que falta votar – a Pennsylvania.

Bill Richardson foi Governador do Novo México e Secretário de Estado da Energia, mas teve apenas 1% dos votos no estado do Novo México, em que Hillary ganhou com 49% contra 48% de Obama. Este experiente democrata tem praticamente a mesma idade de Hillary e baseou a sua campanha no tema da experiência, tal como Hillary estava a fazer no início.

Curiosamente, na declaração de apoio a Obama, Bill Richardson disse que era tempo de mudar de geração na liderança do país. Argumento que tanto serve para atacar o Republicano McCain, como para justificar a opção por Obama em vez de Hillary de quem Richardson diz ser muito amigo.

Richardson é uma das possibilidades para vice-presidente, mas acho que será na melhor hipótese uma terceira escolha depois de Hillary e Edwards.

Entretanto existiu a convenção estadual no Iowa e Obama acrescentou mais uns delegados à sua vantagem, nomeadamente alguns que antes apoiavam Edwards.

24 Mar 2008 Reforma das Nações Unidas


Nas Nações Unidas em Nova Iorque – Galeria de telas dos Secretários Gerais

Faz hoje 3 anos que Kofi Annan apresentou o muito aguardado plano de reforma das Nações Unidas. Cerca de um ano depois da sua apresentação em 2005 chegou a sentença de morte com a rejeição ou o atraso de muitas das principais reformas do plano.

Existem enormes divisões entre países ricos e pobres acerca deste plano e até o sindicato dos funcionários das nações unidas veio dizer que este plano segue apenas as ideias dos Estados Unidos e não da generalidade dos países do mundo. Mas numa coisa todos estão de acordo: A Onu precisa de uma reforma.

No meu ponto de vista as principais dificuldades estão à volta de 3 pontos:

1. Conselho de Segurança
O papel do conselho de segurança e o direito de veto dos seus cinco membros permanentes: EUA, Inglaterra, França, China, Russia. Ou seja, os membros permanentes deste conselho reflectem ainda um mundo pós-II Guerra Mundial. Novos países que são potências regionais querem ver a sua actual situação reconhecida, tais como Alemanha, Japão, Brasil, India, Africa do Sul e Nigeria.
Na minha opinião as regras do Conselho de Segurança não podem permitir que um só país ou um grupo restrito de países bloqueie qualquer decisão da ONU.
Se calhar a melhor solução é a da dupla maioria de países e população como foi adoptada na União Europeia…

2. As operações militares dos Capacetes Azuis
Sem um Conselho de Segurança com regras minimamente aceitáveis não é possível ter um papel determinante na resolução de conflitos.
Depois do grande sucesso que foi o processo de Timor-Leste a ONU sofreu um enorme revés com o Iraque e vai sofrer outro com o Kosovo.

3. Quem paga?
No actual sistema são os paises mais ricos a pagar a factura, o que também tem significado que quando querem bloquear as decisões retêm os pagamentos à organização.
Os Estados Unidos são simultaneamente o maior contribuinte e o maior devedor às Nações Unidas.

Para mais informaçõs sobre este tema ver este link.

Fico muito triste por ver definhar uma organização que garantiu uma paz relativa no pós II Guerra Mundial. Temo sinceramente que se a organização não for reformada em breve venhamos a ter uma terceira guerra mundial lá para 2030…

Porquê 2030? São os ciclos da história… Depois da grande expectativa do fim do século XX, vem a ressaca na primeira década do século XXI. A segunda década deste século é provavelmnte de de grande crescimento económico mundial e de mudança da liderança de protagonistas mundiais (provavelmente para a China e India) e na terceira década surgem as guerras para que os novos protagonistas imponham pela força a sua vontade face aos anteriores protagonistas…
Em 2030 já não estará vivo nenhum combatente da II Guerra, nem nenhum dos seus filhos ou netos. A humanidade tem memória curta…