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Archive for ◊ Março, 2008 ◊

26 Mar 2008 Por falar em contos
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Por falar em contos… gostava de desafiar o autor de um conto que se passa no “Grão Valado da Valínia” para (re)publicar o seu conto no respectivo blog…

É que as traças dão conta do papel, mas os bits são mais persistentes e chegam mais longe…

Aceitas o desafio Miguel?

26 Mar 2008 e os gratuítos, ouviram?

Tive a curiosidade de ir ver se o “sempre atento” Jornal da Madeira ouviu o Alberto dizer “L’État, c’est moi”. Nem sequer o boca pequena ouviu…

Apesar de um uma página dedicada à inauguração de 200 metros de ontem nem uma palavra sobre a citação sobre a unicidade entre o Alberto e o Estado…

O diário cidade também trás a notícia da inauguração na última página, mas também não ouviu a frase do Alberto que foi dita e repetida.

Começo a duvidar se será que foi mesmo dito tal coisa ou não… Então o homem diz a frase que caracteriza o absolutismo e ninguém ouviu? Ou não quiseram ouvir? Ou não perceberam o Francês do Alberto? Ou não perceberam o alcance político da frase? Ou não quiseram perceber…

Valha-nos Deus… vamos ver se na blogosfera alguém ouviu…

Começo a imaginar o que seria dito se Sócrates dissesse a mesma frase num contexto igual ou similar… O que diriam dele? Da Justiça? Da Democracia? Do Regime Democrático… Até eram capazes de apelar ao Presidente da República para convocar eleições antecipadas por estarem a ser minados os fundamentos do Estado Democrático.

Como veio do Alberto nem é notícias nos diários regionais. É preciso ter lata…

26 Mar 2008 O Diario de Notícias não ouviu…
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O “isento” Diário de Notícias da Madeira na sua edição de hoje traz a notícia do Alberto João ontem em que disse que “O Estado sou Eu”.

Segundo o artigo de 177 palavras do Diário de Notícias – Madeira, a citação de Luis XIV não teve direito a qualquer referência. Se calhar não tem importância…

Para os jornalista do Diário de Notícias aqui fica o link para a reportagem do serviço público de televisão.

26 Mar 2008 Francisco Jardim Ramos
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O Secretário Regional dos Assuntos Sociais, Francisco Jardim Ramos, foi ontem impedido pelo PSD na Assembleia Legislativa da Madeira de dar explicações sobre a toxicodependência na Madeira.

De acordo com o Diário de Notícias:
A proposta do PS para uma audição parlamentar com o secretário dos Assuntos Sociais sobre o problema da toxicodependência foi ontem ‘chumbada’ pela maioria PSD na Comissão de Saúde e Assuntos Sociais. O PS entendia que o “galopante e alarmante fenómeno” da droga a nível regional, com registo de casos de consumo de heroína por crianças, exigiria esclarecimentos do Governo sobre a estratégia de combate a este flagelo social. Os social-democratas rejeitaram a proposta, considerando que o problema é mundial, não afectando só a Madeira, e que a nível regional está em vigor um plano de acção.

É muito engraçado! No debate de Julho de 2006 diziam que não se avaliava politicamente o programa anterior (com o relatório final aprovado) porque já existia um novo plano em curso. Agora dizem que não se avalia o plano de acção que está em curso porque está em curso, quando existem relatórios anuais!

O PS pode agendar um debate, forçando a presença do Secretário… Ou será que também já foi tirado esse direito do regimento?

Em Junho de 2007, Jardim Ramos dizia que os consumos ao nível do terceiro ciclo já tinham estabilizado… tranquilizante…

Enfim, o que é que se pode esperar de um secretário Regional que tendo tomado posse há 10 meses ainda mantém o site da sua secretaria em remodelação como no dia em que foi nomeado…

26 Mar 2008 Jardim inaugura 200 metros de estrada
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Como o tempo é de crise Alberto João já só consegue inaugurar estradas com 200 metros de extensão e que nem foi feita por ele, mas sim pela Câmara Municipal de São Vicente.

26 Mar 2008 Santos, mortos e alguns vivos
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“Santos, mortos e alguns vivos”
de Viale Moutinho

“Quando eu regressei à cidade do Funchal, não consegui reconhecê-la, mas efectivamente não me enganara no caminho. Muitos dias caminhara sobre as duras águas e todos os viajantes e mendigos, nas tabernas e nas pousadas, que encontrara pela ronda dos mares, me haviam dito que seguisse em frente, sempre em frente. E, então, houve uma altura em que as aves da Europa se sumiram e no céu apenas se viam farrapos de nuvens e um que outro desses homens estranhos com as suas, aliás não menos estranhas, máquinas voadoras. A minha missão, apercebia-me na meditação própria das grandes viagens a pé, era demasiado perigosa, mas seria mais fácil a entrada na cidade de um só missionário do que de um grupo, por muito espalhado que fosse. Não tardariam os esbirros do Ogre em se aperceberem do aspecto andrajoso e cansado de uns quantos de olhares turvos, vozes murmurantes, coincidindo aqui e ali, que ocultavam as suas armas nos cinturões e nas dobras das largas roupas de caminhantes. Acabariam por suspeitar de nós. Mesmo assim, alguém nas minhas costas, aos primeiros passos dentro da cidade, me perguntou o nome e consegui enredar a conversa até descobrir donde procedia a voz. Era o guarda de um palácio onde, soube mais tarde, se juntavam periodicamente os servos do Ogre para darem forma legal às suas arbitrariedades. Por isso, no momento de pronunciar o meu nome, emiti sons ininteligíveis, sorrindo bondosamente e levando as mãos ao coração. E ele, não querendo distrair-se demasiado comigo, nem passar por menos inteligente, acompanhou-me no sorriso, só que o dele era demasiado mecânico para o meu gosto, e aconselhou-me determinada pousada onde havia colchões de grande comodidade. Agradeci-lhe e segui caminho, entre os transeuntes que trajavam roupas coloridas, ainda que os seus rostos patenteassem infinita tristeza.

Na Rua do Portão, que segue ao longo da muralha da cidade, olhei disfarçadamente as portas das pobres casas dos pescadores, e na sétima havia um desenho que me fez deter, uma pequena mão de sangue, como se uma criança ali quisesse assinalar o seu desespero, era o sinal combinado, mas, com precipitação, lamentei a falta de sentido clandestino daquele com quem me iria encontrar. Por uma questão de precaução, voltei a contar as casas e as portas, conferindo ser a sétima, baixei o olhar, agradecendo aos espíritos que naquele dia 2 de Novembro me protegiam dos esbirros do Ogre, e ao erguê-lo de novo, notei, mas já sem admiração, que a mesma pequena mão de sangue se multiplicara por todas as portas da rua, até ao Largo do Corpo Santo. Aí, sentado no chão, olhando-me com ar irónico, aí estava o meu velho amigo galego Pedro Gonçalves. (…).

O texto censurado para o Funchal 500 anos alegando que não se enquadrada na antologia “Doze Meses no Funchal” e por “motivos pessoais do seu relacionamento [Fournier] com o Governo Regional” e por “todas as consequências negativas que daí poderiam advir se repercutiriam sobre ele [Fournier]“.

Pior do que a censura oficial é a censura preventiva…

Porque será que alguém acha que falar de Ogres e Esbirros afecta o poder regional?
Carapuças há muitas!

26 Mar 2008 Visita de Cavaco a Madeira

Cavaco vem à Madeira daqui a 20 dias, mas parece que quem está a fazer o programa é o Governo Regional, de acordo com o que diz hoje o Diário de Notícias – Madeira.

Se Cavaco não é autónomo então eu sugeria que o PS que fizesse um programa alternativo aos pontos negros da Madeira e divulgasse publicamente esse programa.

Cavaco depois escolhia com base nos menus que lhe apresentassem…

26 Mar 2008 Visita de Cavaco a Mocambique
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Cavaco fez uma visita de Estado a Moçambique e desta vez esteve bem.

A promoção do turismo para Moçambique, os contacto empresariais justificam o papel de Estado.

As referências pessoais aos 2 anos por que lá passou criam laços afectivos com os Moçambicanos que são importantes. A nossa comunidade da língua portuguesa é também uma comunidade afectiva.

26 Mar 2008 Alberto João Jardim – L’Etat, c’est moi

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=RzTl_UZH8Ck&hl=en]

26 Mar 2008 Marcelo Rebelo de Sousa
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Marcelo com o seu padrinho Marcelo Caetano a quem lhe deve o nome
numa montagem do http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com/

Foi em 1999 que no dia de hoje, 26 de Março, que Marcelo Rebelo de Sousa pediu a demissão da Presidência da Comissão Política do PSD, ou seja, a demissão da liderança do Partido.

Há coisas que merecem ser comemoradas!

Fê-lo depois de ver gorado o seu projecto de coligação com o CDS-PP para as Eleições Legislativas quando essa era a sua linha de orientação política defendida no Congresso em que venceu Durão Barroso que defendia que o PSD deveria concorrer sozinho.

Curiosamente nas eleições seguintes, em 2001, o PS perde por margem mínima com Ferro Rodrigues depois do muito mal gerido processo da demissão de Guterres em virtude do resultado das Autárquicas.

Passa a ser primeiro ministro Durão Barroso, aquele que todos vaticinavam que nunca chegaria a Primeiro-Ministro. Durão Barroso até dizia no Parlamento que um dia chegaria líder, mas não sabia era quando…

Durão faz coligação governativa com o CDS-PP de Paulo Portas, o tal ex-jornalista do Independente que não dava garantias de lealdade e confiabilidade… Em verdade se diga que nesse aspecto Portas foi impecável até mesmo no inacreditável descalabro governativo de Santana Lopes…

As voltas que as coligações políticas dão…

Marcelo chegou a líder do PSD em 1996 mesmo depois de dizer que não seria candidato nem que Jesus Cristo descesse à terra…

Apesar de estar há muito ligado à política e de ser considerado muito influente, a verdade é que a única eleição que ganhou no país com o seu nome a encabeçar uma lista foi para a Assembleia Municipal de Celorico de Basto.

26 Mar 2008 A escolha de um nome
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O nome de uma criança é uma decisão difícil não só porque a variedade é muita, como também é a forma como a pessoa recém nascida será chamada o resto da vida.

Já temos o nome escolhido há muitos meses… ainda nem sabíamos se seria menino ou menina e já tínhamos uma escolha para cada um dos sexos.

Eu e a Ana Beatriz estabelecemos um conjunto de regras prévias para a escolha do nome da menina que agora está quase a nascer:

- Não repetir o nome dos familiares próximos e sobretudo dos pais ou avós
- Ser um nome que nos proporcionasse imagens positivas
- Não ser um nome chocante ou muito difícil de pronunciar
- Ter um nome que pudesse ser facilmente utilizado noutras línguas, nomeadamente Inglês.
- Ser um nome prático, mas também um nome com impacto.
- Não ser um nome excessivamente popular na actualidade
- Não ser um nome com conotações históricas ou religiosas relevantes para a generalidade das pessoas
- Não ser um nome estranho ou desconhecido

Depois de percorrer listas de nomes em Português eu e a Ana Beatriz criámos cada um a sua própria lista de nomes possíveis. Depois juntámo-nos e fomos eliminando os que o outro não gostava.

Depois de todo este processo a lista de nomes possíveis ainda era muito longa.

Era nossa intenção que o nome tivesse dois nomes próprios e dois sobrenomes.

Os sobrenomes eram óbvios com o Neto da mãe e Gouveia do pai. Ainda ponderamos a inclusão do Brazão do pai e o Palma da mãe, mas não nos pareceu bem a extensão ou o desiquilíbrio de só incluir um dos sobrenomes extra.

Em relação aos nomes próprios a escolha foi: Rita Matilde, logo, Rita Matilde Neto Gouveia.

Rita é um nome fácil, sonoro, de apenas duas sílabas, que existe com a mesma grafia e som similar em muitas línguas. Na verdade, sei agora que o nome Rita existe também em Hindi, Sânscrito e Indiano.

Estive agora a ver na web e Rita é de origem Grega e significa pérola ou filha da luz, conforme a fonte consultada. É uma derivação de Margarita que é uma forma latina de Margaret.

Em sânscrito Rita significa verdade ou verdadeira.

De acordo com as estatísticas de nomes, Rita foi um nome muito comum nas meninas nascidas na primeira metade do século XX, mas a partir de 1960 diminuiu bastante a sua utilização.

Matilde é um nome bem mais difícil, com um L – o que sempre torna a mais complicada a pronuncia. É no entanto um nome distinto de três sílabas, poderoso e afirmativo.

Do estudo na web descobri que Matilde é de origem alemã e significa poder ou poderosa ou guerreira poderosa! Bem me parecia que o nome tinha esta carga forte…

Matilde é a forma latina de Mathilda, sendo um nome que existe em Inglês, Italiano e Sueco.

As estatísticas da utilização de nomes dizem que foi um nome muito utilizado nas menidas nascidas até a década de 20 do século XX, deixando posteriormente de ser utilizado com frequência depois desse período.

Confesso que a combinação Rita Matilde não foi fácil de aceitar. A princípio não nos soava muito bem em conjunto. Na verdade não conhecemos ninguém que se chame Rita Matilde e se calhar por isso a dificuldade inicial.

De qualquer forma o nome tem a feliz coincidência de ter o mesmo número de letras entre as palavras do nome e sobrenome, o que permite muitas várias soluções gráficas interessantes.

RITA MATILDE
NETO GOUVEIA

Também permite que possam ser utilizadas diversas combinações consoante as situações, desde a casual Rita Neto, à mais pesada e séria Matilde Gouveia, passando pelas soluções intermédias de Rita Gouveia ou Matilde Neto. Enfim… ela que escolha quando crescer que nome usar e para que ocasiões! Pela nossa parte tentámos escolhemos bem e com cuidado.

26 Mar 2008 Por falar em Luis XIV
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Por falar em Luis XIV, é um dado histórico que na hora da morte disse “Je m’en vais, mais l’État demeurera toujours“. Ou seja “Eu vou-me embora, mas o Estado continuará sempre“.

As coisas que os ditadores dizem… Luis XIV governou durante 72 anos e 3 meses e achava-se o máximo – o Rei Sol. Seguramente muitos dos seus subditos também achavam o mesmo…

O reinado de Luis XIV foi marcado por 3 guerras com os territórios vizinhos e pela ascenção cultural da França devido ao surgimento de grandes nomes que deram bom nome à França, ao seu povo, à sua língua e consequentemente ao seu Rei.

Ao Rei propriamente dito a história não registou nenhum feito particularmente notável além de ser patrono das artes.

Passaram os anos e a história não olha para Luix XIV da mesma forma que muitos dos seus contemporãneos…

Enfim, os jornais são apenas o primeiro rascunho da história…

26 Mar 2008 As notícias em rodapé da RTP-M
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Não há dia que no telejornal da RTP-Madeira as notícias que passam em rodapé não apareçam umas por cima das outras ou em duas linhas ligeiramente sobrepostas.

Uma vez que está mais do que visto que não conseguem resolver o problema eu gostava de sugerir que utilizassem cores diverentes para as diversas notícias de rodapé…
É que com cores distintas ficava ligeiramente mais fácil descobrir o enigma do dia no rodapé…

Brincalhões…

26 Mar 2008 Alberto admite – o Estado sou Eu
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Alberto João Jardim assumiu para sí a famosa frase de Luis XIV de França “L’État, c’est moi”, ou seja, “O Estado sou Eu”.

Luis XIV disse-o porque criou um Estado centralizado e um governo absolutista que tinha o poder absoluto sobre tudo e todos.

Alberto João diz o mesmo de si próprio. É um brincalhão este Alberto…
E é utilizando o mesmo direito ao sentido de humor que me permite dizer que este Alberto é um ditador demente que tem o poder absoluto devido ao controlo de uma máfia. Este regime mafioso é comandado por este louco, demagogo e populista, comandante absoluto dos demais mafiosos. Este Alberto é um monstro bebado de poder!

Mas agora falando a sério…

É muito curioso que o Alberto João assuma como contra si as acusações que neste momento “apenas” atingem magistrados e empresas. O Alberto assume pessoalmente as acusaões que neste momento não lhe tocam… Porque será que ele enfia o barrete com tanta força e fá-lo novamente hoje depois de já o ter feito por duas vezes anteriores… Porque será que lhe serve a carapuça?

Mas a pergunta da jornalista foi se o Alberto achava que o PSD seria atingido pelas acusações. E a resposta foi que não, porque “L’État, c’est moi”.
O que o Alberto diz de forma é clara é que não existirão acusações ao PSD porque ele controla o Estado. Diz ter o poder de decidir se existem, desaparecem, surgem ou morrem os processos dos órgaos do Estado responsáveis pela Justiça. Estes órgãos têm o dever de independência e de serem o garante da liberdade, democracia e do estado de direito.
Ao repetir a frase do Rei absolutista Françês o Alberto diz muito mais do que uma piada. Confirma aquela que é a essência da acusação que o PS-Madeira fez: que exite conluio entre o poder político regional e o poder judicial na Madeira.

Eu também gosto de brincar…

O Geronimo de Sousa também estava a brincar quando disse que – na Madeira não havia déficit democrático porque o PCP (CDU) tinha bons resultados eleitorais.

O António Cluny também estava a brincar quando disse que os processos anunciados não tinham nada a ver com as queixas que o PS-Madeira faz na procuradoria.

Somos todos tão brincalhões… especialmente os que têm imunidade parlamentar…

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (10)
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Semana 55 – O mundo dos programas

Inicia-se na semana 49 a 53 e dura entre 3 a 6 semanas

O mundo dos programas ocorre pouco depois de completar um ano de idade. Os programas são conceitos abstractos que agrupam uma sequência de eventos em determinada ordem e com determinado significado. Por exemplo, o bebé aprende o que significa lavar a roupa, juntando um conjunto de actividades em sequência mas não necessariamente imediatas. Outros exemplos são pôr a mesa, comer uma refeição, vestir-se, fazer uma chamada telefónica, ir às compras e outros milhões de programas que existem no nosso dia-a-dia de adultos.
Passou apenas um ano e o bebé já consegue compreender e lidar com imensos objectos, conceitos. Fui uma evolução fantástica que necessitou de muito esforço, quer dos pais, quer do bebé. Crescer dá muito trabalho!

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana55.pdf

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (9)
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Semana 46 – O mundo das sequências

Inicia-se na semana 40 a 44 e dura entre 3 a 7 semanas

Neste período o bebé aprende a juntar as coisas e a conseguir alcançar os seus objectivos realizando sequências de tarefas pela ordem correcta.

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana46.pdf

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (8)
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Semana 37 – O mundo das categorias

Inicia-se na semana 32 a 37 e dura entre 3 a 6 semanas

Neste período o bebé começa a estudar o mundo ao ser redor de forma sistemática e organizada. Assim pode analisar as peças uma a uma de forma empenhada e compenetrado na sua tarefa. Pode organizar a comida no prato e analisar como é que cada comida reage quando é espremida entre o polegar e o indicador.
O bebé começa a ser capaz de reconhecer objectos, sensações, animais e pessoas e agrupá-los em categorias. Este novo mundo de categorias aplica-se à vista, mas também aos sons, cheiros, sabores e toques.
O bebé passa também a compreender melhor as emoções. Compreende cada vez mais palavras apesar de não as conseguir dizer.

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana37.pdf

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (7)
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Semana 26 – O mundo dos relacionamentos

Inicia-se na semana 23 a 25 e dura entre 1 a 5 semanas

Neste período o bebé ganha mais mobilidade e aumenta a coordenação entre mãos, pernas e resto do corpo. Uma das principais relações que o bebé agora percebe é a distância entre as coisas. De repente o mundo passou a ser gigantesco e o bebé muito pequenino e indefeso. Os pais podem deslocar-se rapidamente para outro sítio (perto ou longe) e isso é assustador para o bebé.

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana26.pdf

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (6)
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Semana 19 – O mundo dos eventos

Inicia-se na semana 14 a 17 e dura entre 1 e 6 semanas

Neste período o bebé começa a perceber que umas coisas acontecem após as outras. Um bebé não sabe que quando uma bola cai no chão vai ressaltar. Também não sabe que quando alguém salta vai depois cair para o chão. Tudo isto tem de ser aprendido.
Também ao nível do controlo do corpo e da voz existem desenvolvimentos.

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana19.pdf

24 Mar 2008 As semanas fantásticas (5)
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Semana 12 – O mundo das transições suaves

Inicia-se na semana 11 ou 12 e dura menos de 1 semana

Neste período o bebé deixa de ter movimentos desajeitados para movimentos suaves e deliberados como o dos adultos. Começa a produzir sons com variações de tom e a notar variações como a luz ao pôr-do-sol.
Os bebés rapazes tendem a tomar mais tempo das suas mães durante os primeiros meses. Isto provavelmente porque os rapazes choram mais e não dormem tão bem como as raparigas. Por outro lado as bebés raparigas obtém resposta mais imediata das mães, que também tendem a conversar mais com as filhas.

http://www.inforquali.com/duarte-gouveia/media/The_Wonder_Weeks_semana12.pdf