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Archive for Dezembro 10th, 2008

10 Dez 2008 Portugal, segundo Alberto João Jardim
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1 – ” O Dr. ALMEIDA SANTOS ou bebeu ou está a ficar senil”.

2 – ” O senhor (ANTÓNIO) CAMPOS, dito vaca louca (…) é quando à Madeira que a loucura bovina do dito mais se inflaciona”.

3 – ” ANTÓNIO GUTERRES, “mafioso”, “aldrabão”, “fariseu e caloteiro”, “está tonto e em termos políticos na Idade Média”.

4 – ARONS DE CARVALHO “fauno da esquerda cabotina”.

5 – “O comportamento do sr. (CAVACO) SILVA é causa de expulsão do partido”.

6 – ” A delinquente socialista EDITE ESTRELA fez mais uma das suas peixeiradas”.

7 – EDUARDO CATROGA no Governo, “um dos erros imperdoáveis de Cavaco Silva”.

8 – JAIME “GAMA é um Mussolini”. “A final não há um tonto no PS , mas vários”.

9 – JOSÉ MAGALHÃES “o dos perdigotos ou da visível alegria às águas correntes”.

10 – “Não leio essas merdas” de JOSÉ SARAMAGO.

11 – JOSÉ SOCRATES ” tem obsessões com a Madeira que iniciaram já um aspecto doentio. Quem está doente, trate-se”.

12 – “O inefável MÁRIO SOARES é choné”. ” Dada a provecta idade do cavalheiro, resta denominá-lo de aldrabão reincidente e desprezá-lo”.

13 – MIGUEL SOUSA TAVARES “defesa baba e ranho no socialista PÚBLICO”.

14 – PAULO PORTAS é “injusto, hipócrita e desleal”.

15 – RUI MACHETE ” fundamentalista e reaccionário”.

16 – VICENTE JORGE SILVA “traidor à Madeira”, “um pobre de espírito”.

17 – “Provocações arruaceiras do comunista VITAL MOREIRA, hoje refugiado do PS, em acasalamento vergonhoso de oportunismo”.

18 – “Estou-me a cagar para Lisboa. Quero que a ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA se foda”.

19 – ” A JUSTIÇA em Portugal é uma autêntica bandalheira”.

20 – TRIBUNAL CONSTITUICIONAL, “a bizantinice do nosso sistema constitucional”.

21 – “Bodega da COSTITUIÇAO “manta incoerente, destrambelhada de regulamentos para tudo”.

22 – “COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES, ” a bufaria , a nova PIDE”.

23 – MINISTRO DA REPÚBLICA “cinto de castidade da autonomia”.

24 – OPOSIÇÃO regional, “eleitorado do cachorro”, “abustres”, “bando de canalhas”, “energúmenos”.

25 – DIARIO DE NOTICIAS, “o panfleto político diario”.

26 – “Folheca” EXPRESSO, “o pasquim do Balsemão”.

27 – INDEPENDENTE, “jornalismo energúmeno”.

28 – “O socialista PÚBLICO do capitalista Belmiro”.

29 – A TVI “para mim é papel higiénico”.

30 – JORNALISTAS do continente, “bastardos, para não chamar filhos da puta”.

Obtido daqui, que por sua vez foi obtido do Público em 14 de Março de 2008.

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10 Dez 2008 Os 5 funcionários públicos
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Copiei daqui esta anedota fantástica.

ERA UMA VEZ… 4 Funcionários públicos chamados Toda-a-Gente, Alguém, Qualquer-Um e Ninguém.

Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria.
Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez.

Alguém se zangou porque era um trabalho para Toda-a-Gente.

Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria.

No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.

Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um 5º funcionário para evitar todos estes problemas.

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10 Dez 2008 Democracia Grega

Na Grécia está no poder um partido conservador que foi eleito democraticamente. Sendo um partido conservador não goza do meu apoio, mas está legitimamente no poder.

Esta semana, com base numa estranha morte de um jovem de 15 anos pela polícia iniciaram-se motins nas ruas e a tentativa das autoridade em controlar a situação.
Os manifestantes continuam a manifestarem-se com violência, destruindo estabelecimentos comerciais e pedindo a demissão do governo em funções.

Estou terminantemente contra esta lógica de poder na rua. Em democracia as pessoas podem e devem manifestar-se na rua ou em qualquer outro lado, mas sem violência e sem destruir os bens públicos ou os bens privados que não pertencem aos manifestantes. As manifestações são livres, mas têm regras.

Se a Grécia não fosse uma democracia o cenário seria diferente… Quando não se vive em democracia as revoluções são um mal necessário.

A participação popular em democracia fora dos actos eleitorais não dá aos manifestantes legitimidade acrescida que lhes permita querer impor a sua vontade.
Podem ser milhares os jovens manifestantes na Grécia, mas não representam os 11 milhões de gregos.
Da mesma forma em Portugal, podem ser cento e tal mil professores a manifestarem-se e não representam os 10 milhões de portugueses.

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