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Archive for Dezembro 15th, 2008

15 Dez 2008 E se os aviões fossem grãos de areia?

E se os aviões fossem grãos de areia no mapa mundi? Como é que se distribuiriam pelo mundo ao longo das 24 horas do dia?

Via wired

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15 Dez 2008 Depois queixem-se…
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No Diário de Notícias de hoje.

Madeira
Videovigilância não prova despedimento
Data: 15-12-2008

Foi um caso que se passou num supermercado da Madeira. O patrão verificou, através das imagens de videovigilância, que a colaboradora cometeu ilícitos criminais e despediu a trabalhadora por justa causa.

Acontece que a trabalhadora impugnou o despedimento junto do Tribunal do Trabalho do Funchal (TTF), pedindo que fosse decretada a ilicitude do despedimento por ausência de factos que fundamentem a justa causa. Mais pediu que a empresa fosse condenada a pagar-lhe a quantia de 31.377,56 euros a título de diuturnidades, diferenças salariais e indemnização por antiguidade ou, em alternativa, que o patrão fosse condenado a reintegrá-la no seu posto de trabalho com respeito pela sua antiguidade, categoria, vencimento e horário de trabalho e ao pagamento dos salários intercalares.

Acontece que no decurso do julgamento, foi requerido pela empresa o visionamento de um “DVD, contendo imagens do vídeo que se encontra junto ao procedimento disciplinar “. Segundo a empresa, tal vídeo provaria o motivo pelo qual o vínculo de confiança se quebrou. É que, no supermercado onde a trabalhadora prestava serviço estão instaladas câmaras de circuito fechado de televisão, tendo em vista a segurança dos bens expostos, sendo que duas incidem em permanência sobre as caixas e as outras fazem o ‘varrimento’ de todo o estabelecimento.

Acontece que a juíza de 1.ª instância indeferiu tal visionamento alegando, entre outras coisas, que o Código do Trabalho proíbe o empregador de utilizar meios de vigilância à distância no local de trabalho, com a finalidade de controlar o desempenho profissional do trabalhador.

É que a ré sustenta o procedimento disciplinar, confessadamente, no recurso ao visionamento das imagens captadas pelas câmaras instaladas no supermercado, quando é certo que as mesmas destinam-se, tão-somente, a que seja precavida ocorrência de delitos não podendo serem utilizadas para efeitos de controle do desempenho do trabalhador. Uma coisa é a prova em processo-crime outra em processo laboral.

A juíza proferiu sentença a julgar parcialmente procedente a acção. A ré recorreu para o Tribunal da Relação de Lisboa que, a 19 de Novembro último, negou provimento ao agravo e confirmou o despacho proferido no TTF.

Lição: meio de prova ilícito

A utilização de videovigilância só é lícita quando tenha por finalidade a protecção e segurança de pessoas e bens ou atentas particulares exigências inerentes à natureza da actividade desenvolvida, estando a mesma sujeita a autorização da Comissão Nacional de Protecção de Dados. O bem jurídico protegido é o direito de reserva da vida privada, constitucionalmente protegido. Ou seja, a videovigilância só se justifica quando for necessária a prossecução de interesses legítimos e dentro dos limites definidos pelo princípio da proporcionalidade.

É , naturalmente, inadmissível que aquele meio seja utilizado para avaliar a capacidade profissional dos trabalhadores. Daí que sejam nulas todas as provas obtidas mediante abusiva intromissão na vida privada e violação do direito à imagem da trabalhadora.

Emanuel Silva

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Porque é que as imagens de video da video-vigilância não podem ser utilizadas para avaliar o desempenho profissional? Que raio de lei é essa? Ainda por cima tendo cometido ilícitos criminais…
Como é que a empresa poderia provar que de facto foi assim? As testemunhas serão mais fiáveis do que o video? Será que esta lei beneficia os trabalhores cumpridores e responsáveis?

E a conclusão ainda é pior… como o meio de prova não é considerado a empresa tem de pagar 31.377,56 euros e reintegrar a EXCELENTE trabalhadora na empresa.

Eu não culpo o tribunal que apenas cumpre a lei e só admite como prova o que a lei preve como admissível. Eu culpo quem faz estas más leis, ou seja, os parlamentares! Neste caso da República.
Depois queixem-se de que as empresas contratam pouco ou contratam de forma precária… É uma pouca vergonha…

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15 Dez 2008 Prever e errar, é só começar

Excelente artigo do Vitorino Seixas no Diário de Notícias

Vitorino Seixas
Prever e errar, é só começar

A actual crise financeira mundial trouxe para o centro das preocupações a incerteza quanto ao futuro. De repente, parece que tudo está em causa. Um dia ouvimos a previsão de que o preço do petróleo vai ultrapassar os 200 dólares até ao final de 2008 e, poucos dias depois, ouvimos a previsão de que o preço do petróleo vai descer abaixo dos 50 dólares.

Perante aquilo que Karl Popper denomina a grave e incurável imprevisibilidade do mundo, o Presidente da Galp assume uma atitude defensiva dizendo “já não faço previsões sobre a evolução do preço do petróleo. Os analistas prevêem que vai continuar a descer. Vamos aguardar para ver”. Esta atitude é natural depois da forte contestação à subida do preço dos combustíveis, em especial à política de preços da Galp. É evidente que o Presidente da Galp aprendeu a lição: não é possível prever o futuro.

No entanto, há muita gente que ainda não aprendeu a lição pois continuamos a ser bombardeados com as mais disparatadas previsões. Um dia é a previsão optimista do crescimento do PIB mas no dia seguinte surgem várias previsões pessimistas. Um dia é a previsão optimista do desemprego para 2009 mas no dia seguinte surgem diversas previsões com taxas bem pessimistas. Um dia anuncia-se o Orçamento de crescimento para 2009 mas no dia seguinte toda a oposição contesta a falta de rigor das previsões do documento. Um dia inaugura-se um investimento de 120 milhões de euros na indústria mineira, com grande pompa e optimismo, mas 6 meses depois anuncia-se o encerramento da empresa.

Como explicar tal desnorte? Para Nassim Taleb, o autor do best-seller Cisne Negro, “as pessoas e os historiadores gostam de acreditar que a evolução se faz numa progressão previsível por pequenos incrementos, pois de uma forma geral, somos incapazes de aceitar o conceito de imprevisibilidade”. Por outras palavras “os humanos são excelentes no campo da auto-ilusão”.

Para tal, recorremos a sofisticados modelos e mapas intelectuais para fazer previsões. Para reforçar a auto-engano escolhemos modelos de iluminados gurus da gestão, de preferência de Harvard ou de outra prestigiada escola de gestão. O que nenhum destes aclamados académicos nos diz são as contra-indicações dos seus modelos pois, tal como acontece com os medicamentos, também podem ocorrer efeitos secundários imprevistos de extrema gravidade. A este propósito, não deixa de ser curioso que, das 500 maiores empresas dos Estados Unidos em 1957, apenas 74 existiam 40 anos depois. Provavelmente, a maioria delas utilizava os modelos das melhores escolas de gestão.

Neste contexto, será que podemos acreditar nas previsões do défice da segurança social só porque foram utilizados modelos de académicos, alguns premiados com o Nobel? Tendo presente os erros de previsão do passado, tudo indica que não. Para Taleb, no actual cenário de incerteza, prever e adivinhar é a mesma coisa, pelo que considera escandaloso que se continuem a fazer previsões com recurso a modelos de inferência defeituosos criados por académicos “bastante publicados”, os quais não contemplam a incerteza, ou seja, excluem os acontecimentos raros como o 11 de Setembro, o furacão Katrina ou o tsunami na Ásia. A explicação é simples: como temos necessidade de reduzir a complexidade dos problemas para os tentar compreender, preferimos a ilusão das projecções do défice da segurança social até 2020. Como por magia, nas previsões os riscos desaparecem. Na verdade, trata-se de auto-ilusão.

Mais, analisar o mundo através de modelos provoca cegueira em relação ao futuro. A análise com base em modelos provoca um “efeito de túnel” ao obrigar-nos a pensar dentro da caixa, de forma fechada, desprezando os acontecimentos improváveis. Foi o que aconteceu com as previsões das instituições financeiras que não tiveram em consideração as fontes de incerteza fora do âmbito dos modelos. Não é pois de estranhar que se tenha descoberto que muitos bancos estavam sentados sobre verdadeiras bombas-relógio, de tal modo estavam expostos a um conjunto incalculável de riscos.

Entretanto, com o recente colapso de algumas instituições financeiras tornou-se evidente que a “ecologia financeira assume a forma de bancos gigantescos, incestuosos e burocráticos – quando um cai, caiem todos”. Durante anos, os especialistas defenderam a concentração bancária e o funcionamento inter-relacionado dos bancos como solução para reduzir a probabilidade de ocorrência de crises financeiras mas, em contra-partida, não previram que, em caso de crise, esta assumiria uma dimensão global e uma gravidade nunca vista. Para termos uma ideia do impacto dos acontecimentos extremos basta dizer que, nos últimos 50 anos, metade dos retornos dos mercados financeiros foram conseguidos em 10 dias extremos.

Apesar destas evidências, tudo indica que os especialistas e os analistas vão continuar a fazer previsões sobre a evolução do emprego, do PIB e da crise financeira. Este autismo, segundo Taleb, “é uma cegueira mental”. O mundo linear, que se consegue prever, é uma ideia platónica. A história confirma que o mundo não avança de forma previsível mas sim aos saltos, de fractura em fractura, com alguma turbulência. Por maioria de razão, no mundo complexo em que vivemos, onde ocorrem muitos acontecimentos extremos e improváveis, ninguém está seguro. Ninguém consegue prever o que quer que seja. O futuro já não é o que era.

“Ninguém espera que um médico saiba se haverá uma epidemia de sarampo no próximo ano ou que um biólogo diga como evoluirá a tromba dos elefantes, mas muita gente espera que um economista saiba exactamente quando será a próxima crise da bolsa ou a próxima recessão”, Timothy Taylor…

Vitorino Seixas

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15 Dez 2008 As soluções para ultrapassar a crise

Tenho andado a remoer no meu cérebro qual é a solução para a crise?
A crise existe porque primeiro faltou o crédito e depois faltou a confiança em relação ao futuro.
Mesmo com as benesses que têm sido dadas aos bancos nos últimos tempos, os bancos não emprestam porque a percepção do risco é muito elevada. Ou melhor… só emprestam a quem demonstrar que não precisa do empréstimo apresentando mega garantias reais…
A confiança, como bem intangível que é, não se produz em fábrica, não se compra no mercado. Simplesmente existe porque olhávamos para o mundo e ele comportava-se como sempre se comportou – superava o teste do tempo…
Os especialistas que nos habituamos a respeitar diziam coisas que se confirmavam verdadeiras – superava o teste da autoridade…
As regras legais e de bom senso eram seguidas pelos gestores de topo (que ganhavam principescamente), pelo que os riscos estavam a ser avaliados correctamente – superava o teste da respeitabilidade.
Quando os mercados dos cereais, do petróleo, do ouro, os gestores e até os bancos começaram a se comportar de forma estranha, muita da imagem que consideravamos normal na economia ruiu.

Estou a recapitular a crise, mas o meu objectivo neste post e dizer a minha opinião sobre como se sai desta crise…

Existe um livro que li logo quando foi publicado (em inglês) do casal Tofler. Os mesmos que escreveram o choque do futuro e a terceira vaga. Neste livro, que recomendo vivamente, o casal Toffler aborda o tema da riqueza como será produzida e consumida no século XXI, tendo em consideração que já estamos a viver na sociedade da informação.

Riqueza Revolucionária : o Significado da Riqueza no Futuro
Alvin Toffler Heidi Toffler

Apenas duas notas que me parecem fazer todo o sentido para a situação que vivemos:
- A maior parte das actividades humanas estão suportadas na economia não monetária, ou seja, em que não actuamos perante o pagamento em dinheiro pelos nossos serviços. Criamos filhos de borla, fazemos comida, ajudamos os amigos e familiares, etc. A economia monetarista não sobrevivia um único dia se não existisse essas milhões de actividades que fazemos gratuitamente e de boa vontade.
- Cada vez mais somos produtores e consumidores do que produzimos. Vejamos o caso dos blogs… Escrevemos e lemos o que os outros escrevem sem que ninguém nos page por isso.

Assim, para ultrapassar esta crise apresentos as seguintes 10 soluções:

1. Não ficar parado!

O mais importante é não cair no imobilismo depressivo de quem acha que não pode fazer nada e que a solução tem de ser descoberta pelos outros (sobretudo pelo Estado…).

2. Analise o que é de facto importante para si

Como quer que as pessoas que são importantes para si se recordem de si quando morrer? O que quer ser? O que quer fazer? O quer é imprescindível ter?
Saber o que se quer é o mais importante para alcançar o objectivo. Se faz coisas que não são importantes e que só lhe fazem perder tempo e dinheiro então está na altura de reavaliar se as deve continuar a fazer… A crise permite justificar muitas coisas…

3. Fomentar a economia não monetária

Ajudar quem precisa, começando pela própria família, pelos amigos. Se ainda sobra tempo participar em grupos que fazem actividades que acrescentam valor moral, material ou de entretenimento.
Participar em “bancos de tempo”. Participar no rancho folclórico. Participar no clube de bridge.
O que quer que lhe faça feliz e produza valor, mesmo que não lhe dê dinheiro pelo que faz.
Leia e conte aos outros. Se lhe apeceter escrever escreva! Crie um blog!

4. Melhorar a saúde e a forma física

Aproveitar o tempo livre para cuidar da saúde e da forma física. Caminhar com ritmo pela cidade ou pelo campo. Percorrer as levadas que ainda não conheçe.
Ir ao médico fazer os checkups que já não são feitos há tanto tempo.
Emagrecer. Preparar os musculos para o próximo ciclo económico. :-)

5. Melhorar a formação

Nada melhor nestes períodos de crise do que melhorar a formação. Se os cursos são caros compre livros. Se os livros são caros procure a informação gratuítamente na Internet. Se a internet é cara vá a uma biblioteca pública.
Aproveite o programa “Novas Oportunidades”. Se puder inscreva-se na Universidade (como trabalhador estudante). Afie o seu machado!

6. Networking

Aproveite para conhecer pessoas. Cada pessoa conheçe pelo menos 500 outras pessoas, pelo que quanto mais pessoas conhecer maior facilidade terá em conseguir ajuda para resolver qualquer problema.

7. Esteja atento aos problemas e às oportunidades

Os problemas determinam como será o futuro.
As oportunidades são detectadas primeiro por quem está atento.

8. Organize-se

Faça as coisas que estão há tanto tempo por fazer, sobretudo se essas coisas lhe vão permitir ser mais eficaz ou eficiente no futuro. Organize o seu tempo. Decida prioridades.

9. Seja criativo

Fazer o que sempre fez só o levará aonde sempre foi. Atreva-se a fazer de forma diferente. Não faça sempre o mesmo caminho. Vá até onde nunca foi. Faça as coisas de forma diferente e veja se essa forma tem alguma vantagem. Não tenha medo de experimentar e inovar.
Quer fazer férias em 2009 e não tem dinheiro? Inscreva-se no Intervac e faça férias em lugares fantásticos de forma barata!

10. Espalhe sorrisos

Espalhe sorrisos, porque ao sorrir o cérebro liberta substância químicas que o fazem sentir mais faliz e fazem os outros mais felizes.
Lembre-se que ainda hoje não sabemos se os passarinhos cantam porque estão felizes ou se estão felizes porque cantam.

Estes 10 conselhos são válidos para qualquer altura, mas sendo este um momento de mudança e de oportunidades parecem-me atempado sugeri-los.

15 Dez 2008 Pluralismo na Madeira

Obtido no Madeira4Ever.

O próprio Alberto sozinho é capaz de ter meia duzia de opiniões diferentes e contraditórias sobre o mesmo assunto e num curto espaço de tempo! Se calhar é isso a que se chama pluralismo…

Mas a maioria dos cidadãos estão apáticos e não tem opinião sobre nada, não viram, ouviram nem leram nada e não querem saber de nada…

Fazem como diz a Bíblia no salmo 23..

O Senhor é o meu pastor e nada me faltará;
Ele me faz descansar em campos verdejantes
e me leva a águas tranquilas.

15 Dez 2008 Energia eólica mais eficiente
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A empresa FloDesign Wind Turbine propõe uma inovação tecnológica nas turbinas para melhor aproveitar a energia eólica.

Com estas novas turbinas baseadas nos aviões a jacto aproveita-se melhor o vento, o equipamento é mais resistente, ocupa-se menos espaço e reduzem-se os custos de transporte e instalação das turbinas. É só vantagens!

Segundo esta empresa as turbinas tradicionais, na melhor hipótese, apenas aproveitam 59,3% do vento (limite Betz).

15 Dez 2008 Obter energia nas janelas de casa

A empresa Rainbow Solar Inc. propõe a geração de energia colocando uma película fotoeléctrica transparentes sobre as janelas dos prédios.

Estes paineis permitem gerar apenas entre 80 a 250 Watts. Não é muito, mas sempre é melhor do que perder essa energia…

15 Dez 2008 Energia Piezoeléctricas nas Estradas

Engenheiros Israelitas estão a iniciar um teste de geração de energia piezoeléctrica numa autoestrada.

A ideia é transformar em corrente eléctrica a energia mecanica devida ao peso, vibração e variações de temperatura dos carros que passam sobre a via.

Os cientistas esperam podem obter 400 kilowatts por cada quilometro (em duas vias), mas o artigo não diz em que período de tempo… Depende naturalmente do transito… Vou considerar que é por dia, mas é apenas uma suposição minha… Um painel fotovoltaico “caseiro” gera 15 kilowatts por dia. 400kilowatts por 1Km de estrada parece-me uma estimativa razoável.

Ora, por exemplo, a Via Expresso na Madeira tem a concessão de 80,5 Km mais 13 Km de vias de acesso. Presumindo que seria possivel ter o chão instalado em 10Km de via, isso significaria produzir 4000 kilowatts por dia e qualquer coisa como 1 056 000 kilowatts por ano.
O preço actual de compra da energia é de 0,10€ por Kilo Watt por Hora. O Decreto-Lei 363/2007 bonifica a venda por micro geração para 0,65€ por Kilo Watt Hora, mas esse não é um valor sustentável a prazo….

De qualquer forma, presumindo apenas 10Km de via com tráfego suficiente para gerar 400 kilowatts por dia temos uma receita anual potencial de 100 000€, o que não é nada de se deitar fora…
Outra questão é quanto custa este chão piezoeléctrico…

Estes dados têm demasiadas suposições… Mas fica a dica para uma melhor análise no futuro.