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Archive for Junho 25th, 2009

25 Jun 2009 Teoria das Super Cordas
 |  Category: Prazer  | 2 Comments

Na incessante procura de perceber como funciona afinal o universo, a teoria das super cordas (superstring theory) conseguiu dar um primeiro passo decente.
Pela primeira vez a teoria das super cordas conseguiu ser aplicada a algo que descreve o mundo real. Pela primeira vez conseguiu descrever o comportamento de um buraco negro de forma coerente, nomeadamente os superfluidos que já se demonstraram existir experimentalmente.

Nesta disputa entre a teoria das cordas e a teoria quântica (física de partículas) para descrever como se comporta o universo, a segunda estava a ganhar enorme vantagem.
Com esta primeira aplicação prática, a teoria das cordas pode começar a recuperar… A ver vamos.

Eu confesso que preferia que fosse a teoria quântica a ganhar esta disputa. Apesar dos novos nomes de partículas muito esquisitos: bosões, fermiões, quarks, leptões e não mais o quê. Ela parece-me mais simples de compreender do que a teoria das cordas que exige compreensão matemática muito avançada, espaços N dimensionais que são muito difíceis de visualizar e compreender.

Existe uma teoria na física que diz que a explicação mais simples é normalmente a mais correcta, mas até agora ainda não temos uma teoria verdadeiramente simplificadora e unificadora das forças da física.

25 Jun 2009 Como motivar o eleitor a votar?
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Ao ler este comentário do il messaggero, lembrei-me de uma forma de motivar os eleitores a votar e de tornar as eleições muito mais interessantes.

Se o número de lugares no Parlamento Europeu não fosse pré-determinado pela população de cada um dos países (via tratado em vigor), mas sim pós-determinado pelo número de votantes efectivos de cada país nas eleições europeias, votar passava a ser um dever nacional e patriótico.

Teríamos filas de eleitores a querer votar. Teríamos os pequenos partidos todos a dizer que também eles podiam ser eleitos. Teríamos os grandes partidos a apelar ao voto com dramatismo. Era lindo!

Aliás o mesmo poderia acontecer nas eleições para a Assembleia da República se os círculos eleitorais por Distrito/Região Autónoma não tivessem a distribuição de mandatos pré-determinada…

Não vejo qualquer impedimento legal ou constitucional neste sistema mais dinâmico.
O sistema eleitoral actual dá peso eleitoral mesmo a quem não votou, assumindo que votariam na mesma proporção do que os que de facto votaram. É legitimo dar peso eleitoral artificial a quem de facto não expressou a sua opinião com o voto? Não me parece justo!