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Archive for Julho 27th, 2009

27 Jul 2009 Resultados Finais do Campeonato Nacional de Parapente
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CAMPEÃO NACIONAL INDIVIDUAL 2009
Nuno Gomes – CSD Câmara Lobos

CAMPEÃO NACIONAL EQUIPAS 2009
CSD Câmara Lobos

CLASSIFICAÇÕES INDIVIDUAIS CAMPEONATO NACIONAL PARAPENTE 2009
1.º Nuno Gomes (CSD Câmara Lobos) – 6157 pontos
2.º Nuno Virgílio (CSD Câmara Lobos) – 5996 pontos
7.º Cristiano Pereira (CSD Câmara Lobos) – 5162 pontos
32.º Cláudio Virgílio (CSD Câmara Lobos) – 2350 pontos
37.º Nuno Caçador (CN Calheta) – 1984 pontos
42.º Paulo Branco (AAUMa) – 1687 pontos
43.º Justino Nóbrega (CSD Câmara Lobos) – 1620 pontos
48.º Américo Sousa (CSD Câmara Lobos) – 1273 pontos
49.º Décio Abreu (CSD Câmara Lobos) – 1167 pontos
54.º Renato Nóbrega (Ludens Clube Machico) – 1102 pontos
62.º Nuno Aguiar (CN Seixal) – 813 pontos
68.º Pedro Galvão (CN Calheta) – 702 pontos
77.º Duarte Gouveia (CN Calheta) – 478 pontos
78.º Evandro Amaro (CN Calheta) – 477 pontos
79.º Sérgio Gouveia (CSD Câmara Lobos) – 462 pontos
Fonte: http://www.fpvl.pt/competicao_cn2009_pg_indiv.html

CLASSIFICAÇÕES EQUIPAS CAMPEONATO NACIONAL PARAPENTE 2009
1.º CSD Câmara Lobos – 19.434 pontos
12.º Clube Naval Calheta – 3.920 pontos
16.º AAUMa – 1.687 pontos
17.º Ludens Clube Machico – 1.102 pontos
18.º Clube Naval Seixal – 813 pontos
Fonte: http://www.fpvl.pt/competicao_cn2009_pg_clubes.html

Fiquei em 77.º no Campeonato Nacional!!!! eh! eh!

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27 Jul 2009 100 Milhões disponíveis para a Madeira

Uma excelente notícia para a Madeira!
Bernardo Trindade apresenta hoje!

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27 Jul 2009 Manifestamente exagerado…
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Um cidadão Português foi atropelado em 1980 e por causa disso ficou inválido. Apresentou queixa contra a seguradora e aguardou. Em 1987 foi informado que o seu processo tinha desaparecido e só voltou a aparecer em 1997 num armário…

Fez uma acção contra o Estado no Tribunal Administrativo. A 9 de Julho de 2009, o Supremo Tribunal Administrativo deu-lhe razão, condenando o estado a pagar-lhe 10 000€.
O acórdão do Supremo Tribunal Administrativo diz que a queixa tem “manifesto exagero“, ignorando que o queixoso já tinha falecido há 6 meses à data do acórdão…

Gostaria de aproveitar esta oportunidade para mandar estes meritíssimos juízes para um sítio que eu cá sei! Dir-vos-ei o sítio em concreto daqui a 29 anos, quando esta minha afirmação já tiver prescrito e vossas excelências tiverem morrido.


Li hoje no Jornal de Notícias
Morreu sem ver fim de processo contra o Estado com 26 anos
Estado condenado a pagar dez mil euros por atraso em processo judicial

Agostinho O. morreu em 2008 sem ver o fim de um processo que moveu contra o Estado por violação do direito à Justiça em prazo razoável. A decisão chegou este mês e dá-lhe razão, 26 anos depois do primeiro contacto com a máquina judicial.

Há dois tempos neste caso paradigmático de atraso na Justiça. O primeiro começa em 1980, quando um acidente rodoviário transformou por completo a vida de Agostinho, relata o processo do Supremo Tribunal Administrativo”, a que o JN teve acesso. Vítima de atropelamento na rua onde morava, em Lisboa, esteve em coma e, menos de um ano depois, foi forçado a aposentar-se, devido às graves mazelas com que ficou. Tinha então 49 anos, trabalhava como carpinteiro e era o sustento da mulher e da filha.

Três anos depois, já reformado, decidiu avançar com um processo cível contra o responsável pelo atropelamento e a companhia seguradora do veículo.

Durante quatro longos anos, Agostinho resignou-se a esperar. Tentou, junto do tribunal, obter respostas que nunca chegavam e insistiu, por diversas vezes, pedindo formalmente celeridade para o caso.

Por volta de 1987, para seu desespero, foi informado de que o processo tinha “desaparecido”. Os papéis do caso só voltaram a aparecer em Maio de 1997, “num armário da ex-Câmara de Falências”, e também não lhe foi dada “qualquer justificação” para o sucedido, como refere a decisão do STA. Precisamente 20 anos e 108 dias depois, em 2003, esta primeira fase do tormento terminava. Farto de esperar, Agostinho chegou a acordo com a seguradora, que lhe pagou a quantia, pouco mais do que simbólica, de 3 491,59 euros.

Mas o seu calvário pelo labirinto dos tribunais estava longe de acabar. Revoltado, decidiu pedir contas ao Estado pela demora e deu entrada com uma acção no Tribunal Administrativo.

O acórdão do STA que põe fim ao caso foi tornado público seis anos depois, no dia 9 deste mês, depois de um anterior recurso que já havia ilibado o Estado. O Supremo fixou em dez mil euros mais juros a indemnização que o Estado deverá pagar por danos não patrimoniais, referentes a atrasos na administração da Justiça. Os juízes consideraram que os 20 anos de espera para ver designado o julgamento em primeira instância causaram à vítima “angústia e ansiedade”. Demasiado tarde para Agostinho. Morreu em Outubro do ano passado.

Apesar do tempo que já decorreu desde a morte de Agostinho (nove meses), o acórdão do STA ignora este facto. O texto reconhecer que, “na verdade, o anormal atraso do processo perturbou, preocupou ou afligiu o autor”, mas os juízes não se coíbem de afirmar que todas estas consequências estão “aquém dos graves danos psicológicos e psíquicos de que ele [Agostinho], com manifesto exagero, presentemente se queixa”.

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27 Jul 2009 Agora também vale tiros?

O zepelim do PND foi alvejado a tiro! Agora também vale tiros?

Já várias vezes me sugeriram pôr publicidade do PS na minha asa de parapente. Eu respondia a brincar que não queria ser alvejado… Afinal o risco é real! Parece que os tiros já fazem parte da política regional…
Quem brinca com o fogo queima-se! Brinquem aos tiros e depois queixem-se se algum louco fizer uma desgraça qualquer.

Estou à espera de ver a condenação pública deste acto por parte de todos os partidos! Espero bem que o façam! TODOS!