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Archive for ◊ Agosto, 2009 ◊

28 Ago 2009 Inocência premeditada
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Dias Loureiro é um caso típico de inocência premeditada.

É tão inocente que até tem em casa uma divisão secreta que só é acessível através da casa de banho e onde coloca os documentos que não se quer lembrar onde estão…

Bonito serviço…

27 Ago 2009 A Rita Matilde no Jardim Zoologico de Lisboa
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27 Ago 2009 As correrias da Rita Matilde
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Curtissima metragem: A caça ao pombo

26 Ago 2009 Foram assim as férias (2)
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Fresquinhas e sem fato e gravata!

26 Ago 2009 Foram assim as férias
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22 Ago 2009 O que aconteceu realmente…
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(actualizado)

Sobre o choque de parapentes hoje noticiado, o que aconteceu realmente foi o seguinte:

Primeiro, não foram parapentes, foram paramotores (parapentes com motor), um detalhe muito relevante que faz com que não façam parte da Associação de Voo Livre da Madeira e Federação Portuguesa de Voo Livre… Voo livre significa exactamente voo sem motor!

Os parapentistas decidiram não voar porque não estavam reunidas as condições meteorológicas adequadas ao voo em segurança. Pelo que arrumaram o material e voltaram de carro para casa.

Os dois paramotores, apesar de serem ambos pouco experientes, decidiram descolar.
Em voo, um deles pôs-se por detrás do outro, colocando a asa ao nível hélice e encostando-se. O resultado não podia ser outro, a asa enrola-se na hélice e entram em espiral.

É um acidente particularmente ridículo e inacreditável que tenha ocorrido. A razão do acidente foi erro de pilotagem do piloto que vinha atrás!

Um dos pilotos desprendeu-se do arnês e atirou-se à água, o que acabou por ser uma boa opção de segurança.

Se já é perigoso cair na água do mar com um parapente por causa da asa e dos muitos fios, com um paramotor é muito pior porque tem mais 20Kg peso no motor, hélices em movimento que ao bater e partirem-se na água são lanças atiradas com força…

Um dos pilotos saltou para a água e a respectiva asa foi voando sozinha em direcção à EEM, embatendo na sua fachada e depois caindo no passeio em baixo, onde felizmente não estava ninguém.

Quanto aos pilotos tiveram mazelas sem grandes consequências, mas um deles partiu o braço.

O outro piloto amarou e nunca se desprendeu em voo. Tendo sido rebocado para a rampa do Lobo Marinho.

Este é mais um exemplo de como não se pode facilitar no que respeita à segurança. A boa formação dos pilotos é essencial para a prática desportiva sem acidentes nestas modalidades que têm risco.

22 Ago 2009 Choque de parapentes no ar?
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Acabei de ler no Diário de Notícias.
Dado o adiantado da hora não posso obter mais informações, mas uma coisa é certa: não foi por causa do vento que chocaram! O vento é igual para ambos os pilotos, pelo que não foi seguramente esse o motivo.

Pode ter acontecido:
a) um fecho de uma das asa (por más manobras de pilotagem ou por turbulência) levando a que se enrolasse na outra
b) estavam a rodar a mesma termica e aproximaram-se demais e chocaram e enrolaram-se
c) algo muito mais grave como uma tentativa de agressão de um piloto em relação ao outro como já aconteceu por um piloto alemão maluco lá para os lados do Arco da Calheta. Houve queixa crime, mas não foi possível provar nada e o caso foi arquivado… Será que ele voltou a fazer o mesmo?

Uma coisa é certa, a praia no Funchal é suficientemente grande para que dois pilotos aterrem ao mesmo tempo.
Se o choque aconteceu mesmo ao aterrar como é que os pilotos são recolhidos na pontinha? Provavelmente o choque não foi a baixa altitude, mas a alta altitude.
Aliás a notícia contradiz-se nesse ponto – o choque foi seguramente a grande altitude.

Outra coisa que não é clara na notícia é porque é que não lançaram o paraquedas? Não é obrigatório, mas a maioria dos pilotos tem essa protecção extra…

As quedas no mar são sempre complicadas porque os fios e o tecido da asa ficam extremamente pesados e é difícil libertar-se deles dentro de água. É maior o risco de afogamento do que o risco com a aterragem…

Aparentemente tudo acabou sem lesões graves!
Amanhã digo-vos o que se passou!


Casos do dia
Praticantes de parapente chocam e caem ao mar
Data: 22-08-2009

Dois praticantes de parapente chocaram ontem ao início da tarde quando se preparavam para aterrar na Avenida do Mar, no Funchal, acabando ambos por cair no mar. No insólito acidente, presumivelmente causado pelo vento, um dos pilotos sofreu ferimentos ligeiros – um hematoma num braço – ao passo que o outro saiu ileso.

A queda aconteceu quando os dois desportistas se embaraçaram na ar, ainda a altura considerável, como relatou ao DIÁRIO uma testemunha ocular. O piloto ferido acabou por saltar para a água, tendo o discernimento de coordenar os movimentos para um mergulho controlado. O que terá sido determinante para evitar outros males. O homem chegou ao calhau pelos seus próprios meios, tendo depois sido assistido pelos Bombeiros Municipais do Funchal, que procederam ao seu transporte em ambulância para o Hospital Central do Funchal. O parapente, que caiu na Avenida do Mar, foi recolhido por estes bombeiros.

O outro interveniente caiu à água juntamente com o parapente, o que acabou por amortecer o embate. Rapidamente foi recolhido por um bote (conjuntamente com o parapente), que o transportou ao molhe da Pontinha, onde era esperado pelos Bombeiros Voluntários Madeirenses. Contudo, dado não apresentar ferimentos, não houve necessidade de transporte para o hospital.

Nélio Gomes

20 Ago 2009 Novo Hospital é prioritário
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Fonte: http://www.sesaram.pt/seyretfiles/localvideos/novo_hospital/novohcf.wmv

O Novo Hospital é importante para o Funchal!
Porque é que este projecto prioritário está parado quando outros muito menos importantes e relevantes para o Funchal e para a Madeira avançam primeiro?

14 Ago 2009 Torneio de Parapente do Porto Moniz
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Torneio de Parapente do Porto Moniz from Voo Livre Madeira on Vimeo.

12 Ago 2009 Cartaz Virtual
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11 Ago 2009 No Diário de Notícias

Diário de Notícias – Madeira

Fazer negócio na internet

A Inforquali é o exemplo de que a partir de uma ilha é possível entrar num mercado à escala planetária e vender produtos concebidos na Madeira

Ana e Duarte são empreendedores veteranos. Daqueles que transformaram um sonho, um projecto, no negócio das suas vidas. Sem… subsídios ou outro tipo de incentivos.

“Nós saímos da universidade e decidimos criar uma empresa. A nossa lógica foi baixo investimento, baixo custo e investimentos os capitais próprios”. Olhando para trás, Duarte admite que não voltaria a fazer este percurso. “Não foi o caminho mais fácil, devíamos ter trabalhar de uma forma estável e conseguir mais experiência”.

A Inforquali surgiu em Novembro de 1997. “Já tem 12 anos”, regista Duarte Gouveia com surpresa, pelo tempo que já passou. E surgiu “para fazer desenvolvimento à medida, ou seja conceber soluções de software para empresas que têm necessidades concretas e não conseguem encontrar produtos no mercado”.

Depois de ter passado as férias de Verão a contactar com as empresas “para saber o que existia”, o então recém licenciado em engenharia informática teve “a percepção do que ainda não estava disponível no nosso mercado. Nós começamos com uma estratégia de nicho, na área para software de escritórios de advocacia, pois sentimos essa necessidade e apresentamos uma solução. Esse foi o nosso primeiro produto.e teve um razoável sucesso e ainda o vendemos”.

Não podendo ficar restritos a um único produto, a Inforquali passou a desenvolver “vários software’s de gestão para empresas. A determinada altura decidimos mudar completamente para uma gestão WEB. Hoje tudo o que desenvolvemos é para funcionar na internet e baseamos toda a nossa estratégia num produto interno que temos desenvolvido, que é uma ferramenta de geração de código.

Nós descobrimos, pela nossa experiência que todos nós passamos a maior parte do nosso tempo a fazer coisas repetidas. Aquilo que fizemos foi detectar as repetições e fazer ferramentas que nos permitisse gerar, automaticamente e muito facilmente tudo o que é repetido. O que nós fizemos foi criar uma ferramenta, que parametrizamos, geramos código, de modo a fazermos de uma maneira em que é possível adaptar às especificidades de cada cliente”.

A Inforquali é o modelo do que devem ser empresas em mercados pequenos e insulares. Porque competem num mercado global, para um cliente internacional. “Hoje fazemos 60% do nosso negócio no mercado internacional. Já vendemos projectos para a Indonésia, Estados Unidos, Noruega, Reino Unido, Austrália, Itália e Espanha”.

Para chegar ao mercado, a empresa madeirense recorre a sites na internet, onde está inscrita e onde as empresas pedem soluções de informática que não estão disponíveis. “Umas das nossas áreas de especialidade é o PHP e nós oferecemos os nossos serviços pela internet. Só que temos de apresentar soluções muito boas, em tempo recorde pois estamos a concorrer num mercado global, muito competitivo. Se não formos muito bom no que fazemos, não temos hipóteses”.

A crise também afectou esta micro empresa. E de que maneira. “Já fomos dez a trabalhar, hoje sou eu e a Ana. Neste momento estamos com imenso trabalho, sentimos que estamos sobrecarregados mas não vamos contratar enquanto a situação não der mais garantias”.

Portal de apoio aos casamentos

Ana Neto é mesmo empreendedora. De tal modo que se fez membro de uma rede internacional, representada em 53 países, com 26 mil membros. Uma rede de pessoas que partilham a sua casa nas férias, recebendo ou deslocando-se a casa de membros espalhados por todo o mundo. O casal já fez férias em dezenas de países. Na sua casa, na Madeira, já receberam americanos, polacos, britânicos, italianos, entre outros turistas. Pelo menos três trocas por ano fazem.

Mas o espírito empreendedor do casal levou-os a criar um portal (www.casamentosmadeira.com) que se especializou em disponibilizar informações sobre as cerimónias e festas de casamento.

Miguel Torres Cunha

10 Ago 2009 Tenho sono!
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No passado sábado houve festa no Forte de São Tiago! Foi uma festa de casamento, como outras, ao que se juntou o aniversário do Sr. António (??), mas desta vez o disco jockey achou boa ideia animar a vizinhança até às 5h30 da manhã com o volume no máximo…

O disco jockey bem dizia ao microfone “Todos a saltar até às 6 da manhã, até o noivo!”
Às 5h30 não aguentaram mais… vá lá…

Isto faz-me lembrar de outra festa há 4 anos, da JSD na pontinha, também num verão eleitoral.
Será que vão repetir a brincadeira? Se repetirem, avisem com antecedência para a população poder ir dormindo por antecipação para tornar a noite barulhenta mais suportável.

Decreto Lei 292/2000, de 14 de Novembro, art.º 10.º do Código Civil 22:00 e as 7:00. (período nocturno-45 dB) – 7:00 e as 22:00. (período diurno-55 dB).
Coima até 500 € conforme o referido D.L.

Artigo 9.º
Actividades ruidosas temporárias

1 – O exercício de actividades ruidosas de carácter temporário nas proximidades de edifícios de habitação, de escolas, de hospitais ou similares é interdito durante o período nocturno, entre as 18 e as 7 horas e aos sábados, domingos e feriados, sem prejuízo do disposto no número seguinte.
2 – O exercício das actividades referidas no número anterior pode ser autorizado durante o período nocturno e aos sábados, domingos e feriados, mediante licença especial de ruído a conceder, em casos devidamente justificados, pela câmara municipal ou pelo governador civil, quando este for a entidade competente para licenciar a actividade.
(…)

09 Ago 2009 Novo Hospital
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08 Ago 2009 Cartaz virtual
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08 Ago 2009 Ilucidativo
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O desafio do Basta que Sim para que seja apresentada a obra de Miguel Albuquerque deste mandato já teve uma resposta elucidativa.

Depois de muito pesquisar, BabyBoySwim tomou consciência que a Câmara Municipal não fez praticamente nada nos últimos 4 anos.
Alargou uma vereda, construiu um jardim, abriu uma estrada com 140 metros. Tudo o resto são promessas!

Estamos a falar da maior autarquia da Madeira e não de uma junta de freguesia!

É inacreditável, não é?

06 Ago 2009 Já tenho saudades de voar…

Alguém me sugere uma forma de eu fazer uma iniciativa política em que eu tenha de voar… Só para servir de desculpa… sei lá… ver os atentados ambientais com as pedreiras a partir do céu, qualquer coisa serve!

05 Ago 2009 Recolha de oleos usados
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Se considerarem adequado, parece-me útil divulgar que a AMI tem uma rede de recolha de óleo alimentar usado com milhares de pontos de recepção em todo o País. Têm vários pontos de recolha no Funchal – listagem aqui (página 16).

Ver detalhes aqui
http://www.ami.org.pt/default.asp?id=p1p211p212p756&l=1
O uso deste óleo para fabricar biodiesel evita a contaminação de águas e solos e não contribui para a desflorestação, nem consome culturas potencialmente usadas na alimentação humana.

++++++++++

O projecto de recolha de óleos alimentares usados da AMI conta já com a participação de cinco mil pontos de recolha em todo o país, incluindo restaurantes, hotéis, cantinas, escolas, juntas de freguesia e câmaras municipais. As autarquias de Sintra e Amadora já instalaram oleões em espaços de acesso aos munícipes. Nos restantes concelhos do país, a entrega é feita em restaurantes e outros pontos de recolha, estando a listagem disponível aqui (página 16). No primeiro ano de funcionamento do projecto, já foram recolhidas 150 toneladas de óleos alimentares usados.

Durante o mês de Julho a AMI terá uma campanha de rua com o objectivo de apelar à participação de todos os cidadãos neste projecto.

Este projecto ambiental da AMI permite evitar, quer a contaminação das águas residuais, quando o óleo é despejado na rede pública de esgotos, quer a deposição dos óleos alimentares usados em aterro, quando colocados nos contentores de resíduos comuns.

Os óleos alimentares usados são transformados em biodiesel, fornecendo uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis, e contribuindo ainda para reduzir as emissões de CO2. Ao contrário do que por vezes acontece com o biodiesel de produção agrícola, esta forma de produção não implica a desflorestação nem a afectação de terrenos, nem concorre com o mercado da alimentação.

São produzidos todos os anos em Portugal 120 milhões de litros de óleos alimentares usados, quantidade suficiente para produzir biodiesel equivalente a 42 milhões de litros de petróleo, o que corresponde a cerca de 0,5% do total das importações anuais portuguesas deste combustível fóssil. A AMI dá assim a sua contribuição para favorecer a independência energética do país, conseguindo atingir este objectivo de forma sustentável e com uma visão de longo prazo, não comprometendo outros recursos igualmente fundamentais para o desenvolvimento da sociedade e para o bem-estar das populações.

As receitas angariadas pela AMI com a valorização dos óleos alimentares usados serão aplicadas no financiamento das Equipas de Rua que fazem acompanhamento social e psicológico aos sem-abrigo, visando a melhoria da sua qualidade de vida.

05 Ago 2009 Provedor Municipal

Ver mais detalhe no site: www.cidade-com-futuro.com

04 Ago 2009 Isaltino condenado
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Se depois da condenação de Isaltino Morais (que ainda não transitou em julgado), os eleitores de Oeiras continuarem a votar no homem, então o problema político dos portugueses é muito grave…

02 Ago 2009 A gestão do Jornal da Madeira
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Pela segunda vez, o Jornal da Madeira desloca um jornalista a uma iniciativa da candidatura do PS à Câmara Municipal do Funchal, grava o som da entrevista, obtém as notas em papel distribuídas à imprensa e depois não publica nada no respectivo jornal…

Será um caso de censura ou apenas de má gestão?