Tenho assistido nos últimos 3 dias a algumas acções e reacções manifestamente exageradas. Nenhuma delas aconteceu comigo directamente, mas vi e não gostei.
Gostaria de partilhar convosco esta informação para que todos, com serenidade, compreendamos o que se está a passar e actuemos com consciência de que determinados actos fazem parte do processo de cura.
O que aqui escrevo é apenas para ajudar. Não tenho qualquer intenção ofensiva com estas palavras!
(tradução do texto referenciado acima)
Em algum ponto da nossa vida cada um de nós encara a perda de alguém ou de algo que nos é querido.
O sofrimento que se segue pode ser insuportável, mas, na verdade, esse sofrimento faz parte do processo de cura.
O Dr. Elisabeth Kubler-Ross nomeou as cinco fases porque passamos nesse processo. Algumas pessoas passam rapidamente pelas diversas fases, outras, demoram mais tempo em alguma das primeiras quatro fases.
É necessário compreensão e colaboração para que todos avancem rapidamente até à quinta fase – Aceitação.
As 5 fases do sofrimento
Negação e Isolamento
No início, tendemos a negar que a perda tenha ocorrido e afastamo-nos dos contactos sociais. Esta fase pode ser de apenas alguns momentos ou mais longa.
Raiva
Uma pessoa em sofrimento pode ficar furiosa para com quem lhe infligiu o sofrimento, ou furiosa com o mundo por deixar que isso acontecesse. Também pode ficar furiosa consigo própria por não ter feito mais para que tal não tivesse acontecido, mesmo que realisticamente nada que fizesse pudesse evitar o sucedido.
Negociar
Depois, a pessoa em sofrimento pode iniciar a fase de querer negociar ou regatear com Deus ou outros, tentando recuperar da perda [e do sofrimento] por essa via.
Depressão
A quarta fase é depressão em que a pessoa em sofrimento se sente anestesiada, apesar de a raiva e a tristeza possam permanecer escondidas.
Aceitação
A aceitação ocorre quando a raiva, a tristeza e os lamentos desapareceram. A pessoa simplesmente aceita a realidade da perda.
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