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Archive for ◊ Agosto, 2010 ◊

26 Ago 2010 é inacreditável
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“Ensino os meus netos a serem malcriados, mas não muito pesadamente”
ALBERTO JOÃO JARDIM, PRESIDENTE DO GOVERNO ENTREVISTA À CARAS

25 Ago 2010 Plataforma Democrática
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Jacinto Serrão – o Presidente do PS-Madeira – apresentou na Festa da Liberdade a nova abordagem estratégica do PS para o futuro da Madeira – promover uma plataforma democrática onde os partidos da oposição, mas também as organizações da sociedade, podem colaborar na construção dos consensos para salvar a Madeira da situação calamitosa em que se encontra em termos financeiros, económicos, sociais e democráticos.

Está aos olhos de todos que o actual governo do PSD na Madeira não tem vontade política, nem energia, nem mobilização para mudar a sua receita de 3 décadas. Perante o descalabro do modelo que criou, só consegue ver e fazer o que sempre fez: endividamento para fazer obras de cimento e alcatrão. Este comportamento faz lembrar aquele homem, que apenas tendo um martelo achava que todos os problemas se pareciam com pregos e se resolviam à martelada. Neste momento, nem o modelo do endividamento é possível, nem o cimento e o alcatrão são o que faz falta!

A Plataforma Democrática surge para encontrar soluções com consenso alargado para os muitos e difíceis problemas que a Madeira se depara. São esses problemas que coarctam  as esperanças de um melhor futuro para os Madeirenses.

Em poucos dias surgiram reacções de todo o lado à ideia da Plataforma Democrática, mas todas elas partilham a vontade de saber mais sobre o que pretende o PS-Madeira com esta iniciativa.

Se pensarmos nos problemas da Madeira como um grande elefante, naturalmente que os diversos partidos têm soluções diferentes para abordar o elefante. Mas se o elefante for cortado em bifes, analisando um problema de cada vez é possível consensualizar soluções entre os partidos. Quando os diversos partidos de oposição na Madeira se focam nas questões em concreto têm muita facilidade em encontrar consensos. Isso tem acontecido no Parlamento muitas vezes…

Será muito fácil chegar a acordo sobre a reforma do parlamento – sobre a necessidade de debates periódicos obrigatórios com os membros do governo, sobre a alteração deste regimento cerceador da intervenção e do debate. Sobre a necessidade de dignificar a actividade do parlamento e tê-lo como verdadeiro centro da discussão política do futuro da Madeira. Será uma convergência democrática útil e necessária.

Será fácil chegar a acordo sobre a adaptação do Estatuto Político Administrativo da Região com base na última alteração da Constituição. Será também fácil chegar a acordo sobre as boas mudanças que poderiam existir na Constituição no que respeita à Madeira, nomeadamente para clarificar de vez o interesse específico e as Leis Gerais da República. Será uma convergência autonómica útil e necessária!

É também evidente que a governação tem de ter soluções rápidas na área do emprego e do apoio social. Todos os partidos e as organizações sociais o reclamam! A convergência social será também uma área onde as soluções para a governação podem ser consensualizadas com alguma facilidade.

Se chegarmos a consensos sobre estas três áreas iniciais será já uma boa base para alterar o regime político na Madeira.

Assim, o desafio da Plataforma Democrática, lançado no passado Domingo por Jacinto Serrão, é, em primeiro lugar, dar esperança aos Madeirenses numa alternativa política que acorda num conjunto de pressupostos essenciais.

Depois de acordarmos naquilo que é inadiável iniciaremos um processo que não sabemos ainda como evoluirá, tal como não podemos saber como será a vida de um bebé acabado de nascer.

Parafraseando Lula da Silva quando iniciou o seu primeiro mandato no Palácio do Planalto – Vamos começar por fazer o inadiável, depois o possível e depois disso, quase sem darmos conta, já estaremos a fazer o impossível…

Mesmo na área económica é possível ter soluções consensualizadas. Vamos discutir a actual situação dos portos. Vamos analisar o actual modelo das Sociedades de Desenvolvimento. Vamos acabar com o esbanjar de recursos preciosos com “amantes caras”, como já lhes chamou o ainda Presidente do Governo Regional.

É necessário ter em conta que, mesmo no ano da grande mentira de 2007 sobre as finanças da Madeira, onde todos os partidos da oposição desceram face aos resultados anteriores, 61% dos Madeirenses não votaram no PSD. 61% dos Madeirenses ou votaram na oposição ou ficaram em casa por falta de esperança numa mudança política.

O caminho faz-se caminhando e o PS está disponível para iniciar o caminho olhando para os seus parceiros de viagem como iguais em legitimidade e dignidade para encontrar as soluções consensualizadas para o Futuro da Madeira.

É nesta Convergência e União que estará a solução para a Madeira. Não que os partidos e as organizações individualmente não tenham soluções para o fazer, mas porque se convergirmos em matérias essenciais, seremos todos, partidos e organizações, mais fortes porque transmitiremos aos madeirenses a confiança em soluções de governação que têm uma plataforma política de apoio que garanta estabilidade.

12 Ago 2010 Voar em poesia
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08 Ago 2010 Sobre liderança
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Não me atrevo a traduzir por causa das implicações políticas.

08 Ago 2010 O mundo está prestes a dar uma volta
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Gostei muito do artigo do Maximiano Martins no DN-Madeira de hoje. Concordo com ele.

O mapa que se segue está cientificamente correcto – só está numa perspectiva “ligeiramente” diferente… Com a China no centro do mapa e com uma forma de representação que não torna a Europa maior do que ela é na realidade geográfica, como estamos habituados a vê-la. Qual das percepções está errada a do mapa que temos ou a deste novo mapa? O mais engraçado é que estão ambas certas. :-)

08 Ago 2010 Quebrar as barreiras de raciocínio que nos impõe o hábito
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No Japão as ruas não têm nomes. Os blocos de casas têm nomes e as casas são numeradas por ordem de construção e não pela sequência ao longo da estrada. As estradas são apenas os espaços sem nome entre os blocos.
Nós fazemos ao contrário – damos nomes às ruas e numeramos as casas pela sequência da rua.

Existem médicos na China que recebem uma avença para que os seus pacientes permaneçam saudáveis. Se por acaso os pacientes ficarem doentes o médico deixa de receber, porque não fez o seu trabalho suficientemente bem. Os médicos são pagos para manter os seus pacientes saudáveis e não para curar os que adoecem. Os médicos prosperam economicamente quando os seus pacientes estão saudáveis e não quando estão doentes.

04 Ago 2010 Cronologia do caso Paulo Gonzo
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Este caso Paulo Gonzo ficará para o registo histórico do PS-Madeira dos casos que sempre aconteceram nas festas e comícios na Madeira. Uns são públicos, como o caso do Toni Carreira, muitos outros não chegaram a ser públicos.

O problema é sempre o mesmo: Conhecido o artista, o PSD pressiona, ameaça, paga mais ou pede mais espectáculos e compra todos os que se deixam comprar.

Não é um problema de organização – é um problema de regime político que se vive na Madeira.

Dizer que isto é um problema de organização é o mesmo que dizer que o Diário de Notícias – Madeira não é bem gerido e organizado, quando todos sabemos como se comporta o poder político na Madeira com a publicidade e com o financiamento absurdo da concorrência.

Eis uma breve cronologia dos factos do caso Paulo Gonzo:

1. Perante o problema colocado pela impossibilidade de o Roberto Leal actuar na Festa da Liberdade, motivado por um problema entre os agentes do artista em Portugal e Brasil que marcaram 2 espectáculos para o mesmo dia em Portugal e no Brasil. O PS-Madeira teve de encontrar rapidamente uma alternativa porque o Roberto Leal decidiu actuar no Brasil, pelo que, independentemente das consequências que daí adviessem ele não actuaria na Festa da Liberdade.

2. Na passada sexta-feira estava tudo acordado para a actuação do Paulo Gonzo ao mais ínfimo detalhe. Quando digo “o mais ínfimo detalhe” é mesmo a sério e não se limita a preço, datas e número de pessoas. Estou a falar de estar definida à posição das luzes no palco, o peso de excesso de bagagem e todas as posições dos instrumentos em palco.

3. Por estarmos em cima do evento e existir publicidade nos cartazes, tínhamos todo o interesse em anunciar o novo artista, pelo que fiz o anúncio público na segunda-feira às 11h.

4. Poucas horas depois de a notícia estar nos órgãos de comunicação regional surge uma nova exigência – o Paulo Gonzo exige um palco exclusivo para a sua banda onde mais ninguém pode actuar.
Ora a actuação do Paulo Gonzo é de apenas 1 hora e a Festa é um dia inteiro. A Festa conta com a participação de muitos artistas… Depois de muito ponderar aceitamos a instalação de um segundo palco, mesmo conscientes dos custos que isso teria.
Resolvido esse empecilho surge outro.

5. A mesa de som tinha de ser de uma marca específica porque caso contrário não haveria tempo para fazer a configuração e os testes de som. Ou seja, seria necessário ter duas mesas de som quando na realidade as mesas de som permitem a gravação da configuração para os diversos artistas…
O aluguer de uma mesa de som desta natureza custa mais alguns milhares de euros. Voltamos a ponderar e voltamos a aceitar esse requisito adicional, tendo encontrado uma solução para esse problema.
Resolvido esse empecilho surge outro.

6. Surgiu então a exigência que a empresa de som fosse uma empresa em concreto e não a empresa que já tínhamos contratado. A empresa que queriam que prestasse o serviço era, segundo me dizem, uma empresa do grupo do Jaime Ramos.
Perante a sequência quis que me dissessem de uma vez todas as novas exigências e não às pinginhas.

7. Ai surgiram as clausulas leoninas que permitem que, depois de o PS pagar tudo à cabeça, os artistas apresentem uma justificação muito fácil e não tenham de fazer o espectáculo e não fiquem sequer com a obrigação de devolver o valor pago.
Obviamente recusamos.

8. Tivemos entretanto a informação que o Paulo Gonzo foi entretanto contratado para uma festa na Ribeira Brava em Maio/2011… Não é seguramente coincidência…

02 Ago 2010 Conferência de imprensa – Festa da Liberdade
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