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Archive for ◊ Setembro, 2010 ◊

21 Set 2010 3D atlas of the universe
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20 Set 2010 Só mais estes…
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20 Set 2010 Todos a imitar os OK Go!
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Vale a pena voltar a ver a conferência do Derek Sivers sobre “como criar um movimento”.

20 Set 2010 OK Go! Here it goes again
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20 Set 2010 Para quê simplificar? OK Go!
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Para quê simplificar quando complicado é mais giro.
Um bom exemplo de uma Rube Goldberg Machine.

20 Set 2010 Costa Rica – a nova referência para o mundo?
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Segundo um estudo realizado por todo o mundo, as coisas que as pessoas mais apreciam são:
1.º – Felicidade
2.º – Saúde
3.º – Amor
4.º – Riqueza

Robert Kenedy disse em tempos “O PIB (PNB) mede tudo expecto aquilo pelo qual vale a pena viver”.
Até que ponto estamos a usar os indicadores certos de desenvolvimento? Será que medir a produção é o indicador mais indicado para o século XXI? Foi seguramente após a II Guerra Mundial onde o maior problema era a escassez de meios.
E hoje? Podemos construir uma sociedade mais orientada para a felicidade, saúde e amor, deixando a geração de bens (que é o que medimos como riqueza) para um mero quarto lugar das prioridades?

Vale a pena ver esta conferência!
http://www.happyplanetindex.org/

18 Set 2010
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Caros Voadores,

Tiveram hoje lugar as eleições para os Órgãos Sociais da FPVL. Gostaria de agradecer a grande participação na Assembleia e desejar publicamente aos eleitos um bom mandato, tal como já o pude fazer pessoalmente a alguns deles.

A minha candidatura para o Presidente da FPVL perdeu por um voto numa eleição que decorreu sem incidentes, pelo que apenas me resta agradecer o esforço dos que me apoiaram e desejar o melhor sucesso para todos.

Uma vez que o site da FPVL está em baixo, aqui vão os resultados:

Mesa da Assembleia Geral
Lista A: 24 votos
Lista C: 28 votos

Presidente e Direcção
Lista A: 26 votos
Lista C: 25 votos
Brancos: 1 voto

Conselho Fiscal
Lista A: 43 votos (lista única apoiada por ambas as candidaturas)
Brancos: 7 votos
Nulos: 2 votos

Conselho de Arbitragem e Competições
Lista B: 41 votos (lista única apoiada por ambas as candidaturas)
Brancos: 9 votos
Nulos: 2 votos

Conselho de Disciplina
Lista A: 44 votos (lista única apoiada por ambas as candidaturas)
Brancos: 8 votos

Conselho de Justiça
Lista A: 27 votos
Lista B: 25 votos

Bons voos!

Duarte Gouveia
Piloto de Parapente

13 Set 2010 É possível aprender sem professores?
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Resultados inacreditáveis de aprendizagem com crianças e computadores com acesso à Internet.

Parece mentira…

08 Set 2010 Acções de limpeza do Parque Ecológico
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No passado domingo estive com um conjunto de pilotos da Associação de Voo Livre da Madeira a limpar zonas queimadas do Parque Ecológico do Funchal, nomeadamente no Chão das Mantas, onde se encontra uma das descolagens sobre o Funchal.

01 Set 2010 A Felicidade e o Bem Estar
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Um dos principais objectivos de um político é proporcionar condições para que as pessoas sejam felizes. Existe até um país no mundo – o Butão – que criou um indicador de felicidade que é a Felicidade Nacional Bruta e o colocou no centro da sua orientação política.

A conferência do TED abaixo de Daniel Kahneman abriu-me os horizontes a novos conceitos e que fizeram-me reflectir profundamente. Tive de a ouvir 2 vezes de seguida para ter a certeza que tinha percebido tudo…

A palavra felicidade é utilizada para diferentes situações completamente diferentes.

Existe em cada pessoa duas entidades que analisam a felicidade sob duas perspectivas completamente diferentes:
1) o que estou a sentir em cada momento (o que vive no presente e vive a experiência)
2) como relembrarei esta experiência (o que regista as experiências passadas)

Estas duas perspectivas são muitas vezes conflituantes e geram enormes confusões sobre quão felizes somos.

A primeira perspectiva tem curta duração (reavaliada a cada 3 segundos) e avalia como nos sentimos em cada momento. Esta noção de felicidade funciona como um sistema nervoso que deixa de considerar muito relevante o conforto que se dá por adquirido. E avalia a felicidade face as alternativas conhecidas e/ou possíveis.

A segunda perspectiva vive das histórias que a memória nos conta. É independente do tempo de duração da experiência e depende muito do enredo e de como é contada e como termina. Uma história que acaba mal deixa uma má memória e é essa má memória que perdurará. Pelo contrário uma história que termina bem deixa uma boa memória, mesmo que no seu enredo tenham existido momentos menos bons ou interessantes.

Para saber mais veja a conferência… Vale a pena.

Que conclusões se podem daqui extrair para a actividade política?

1. As pessoas apreciam mais o proporcionar experiências com enredos que terminam
de forma memorável do que situações que proporcionam uma configuração constante do nível de bem estar.

2. Os eventos devem terminar em apoteose (apoteose significa o momento em que o homem se transforma em Deus) e não em decréscimo gradual.

3. Os eventos não têm necessariamente de ir sempre em crescendo. Tem é de existir um enredo e terminar bem.

4. Uma má notícia ou uma situação política desagradável deixará uma menor memória se no final for possível inverter, ainda que ligeiramente o enredo para algo mais positivo porque isso deixará uma memória menos negativa.

5. O efeito surpresa tem impactos positivos quer para a felicidade momentânea, quer para a felicidade memorizada.

6. Uma boa experiência repetida muitas vezes dá felicidade momentânea mas não acrescenta enredo para as histórias que a memórias nos conta.

7. Longas experiências positivas não acrescentam tanta felicidade como mais boas experiências mais curtas. Por exemplo: 15 dias de férias em Paris [ou Londres] proporciona menos felicidade do que 7 dias em Paris e 7 dias em Londres.

8. Experiências diferentes criam memórias diferentes pelo que mesmo os eventos regulares devem ter sempre fortes elementos de novidade (na decoração, na sequência, nos protagonistas, no enredo).

9. Escolhemos com base na memórias das experiências.

10. Tomamos opções para o futuro (férias; ir ou não ir a um evento; escolhas eleitorais; etc.) antecipando as memórias que achamos que isso nos irá proporcionar. Assim, opções que aludem a más memórias serão provavelmente descartadas logo à partida.

11. Imaginemos que sabíamos que no final de umas férias iríamos sofrer de amnésia e esquecer tudo o que tínhamos experimentado nessas férias. Saber antecipadamente esse facto far-nos-ia tomar opções diferentes sobre que tipo de férias faríamos e que actividades faríamos nas férias? Seguramente… Ou seja, tomamos opções não apenas para a felicidade imediata mas para a memória dessa felicidade.

12. Para a felicidade experimentada em cada momento factores como a disponibilidade financeira e o alcançar de objectivos são factores muito importantes.

13. Para a felicidade memorizada as relações sociais são factores muito importantes e passar tempo com pessoas de quem gostamos é preponderante.