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Archive for ◊ Outubro, 2010 ◊

22 Out 2010 Conferência de imprensa de hoje
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18 Out 2010 O sucessor do plástico – cogumelos!
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18 Out 2010 Fantástica lição de vida! A não perder!
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Imagina que recebes um presente.
Imagina-o na tua mente bem embrulhado.
Não é grande, é um presente do tamanho de uma bola de golf.
Este presente trará coisas fantásticas para ti.
É um presente que irá unir toda a tua família.
Serás amado e apreciado como nunca antes foste anteriormente.
Irás reconectar com amigos e conhecidos que já não ouvias falar há muito tempo.
A adoração e a admiração irão arrebatar-te.
Vai recalibrar o que é mais importante na tua vida.
Vai redefinir o teu sentido de espiritualidade e fé.
Terás uma nova compreensão e entendimento do teu corpo.
Terás uma insuperável energia e vitalidade.
Expandirás o teu vocabulário.
Conhecerás novas pessoas.
Terás um estilo de vida saudável.
Terás umas férias de 8 semanas sem fazer absolutamente nada.
Irás comer inúmeras refeições gourmet.
Chegarão camiões cheios de flores.
As pessoas dir-te-ão que estás com um aspecto fantástico.
Terás um stock para uma vida inteira de boas drogas.
Serás desafiado, inspirado, motivado e sentirás humildade.
A tua vida terá um novo significado.
A paz, saúde, serenidade, felicidade, nirvana.

O preço 55 000 dolares, o que é um preço fantástico para tantas coisas boas.

[...]

O presente é um tumor cerebral e não o desejava para ninguém e seguramente não o querem.
Mudou-me profundamente a minha vida de formas que não esperava da forma atrás descrita.

Assim, da próxima vez que te encarares que inesperado, não desejado e incerto, considera que bem pode ser um presente.

17 Out 2010 Economic Reality Check
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Fomos persuadidos a gastar dinheiro que não temos,
para comprar coisas que maioritariamente não precisamos,
para impressionar de formas não duradouras,
pessoas que não temos em alta consideração.

Esta é a história colectiva de uma quantidade muito grande de pessoas nos últimos anos!
Poupamos cada vez menos, consumimos acima dos nossos rendimentos. A ruptura tinha de acontecer mais cedo ou mais tarde.

Obtido da conferência TED de Tim Jackson designada “Economic reality check”
http://www.ted.com/talks/tim_jackson_s_economic_reality_check.html

Como superar esta situação?

Não ter receio da mudança, mas ter consciência do que é importante manter inalterado.
Devemos focar-nos no que é essencial para cada um de nós.
Devemos criar valor nas nossas acções diárias, quer na economia monetarista, quer na economia não monetarista, que continua a ser muito maior do que a primeira (aprender; educar; ensinar; colaborar; participar em causas que apreciamos; criar; construir; discutir em conjunto).

16 Out 2010 26 de Outubro de 2010 – Incêndios e Reflorestação
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A inexperiência é uma coisa terrível… Fiz a gravação do vídeo de hoje à chuva e ficou sem som. O que disse foi mais ou menos isto:

Hoje é sábado, dia 16 de Outubro, e esta manhã estive nas serras do Funchal com uma equipa da Associação de Voo Livre da Madeira a colaborar na recuperação da floresta que ardeu no verão pasado, para recuperar o belo verde que caracteriza a nossa montanha e que tanta falta nos faz, desde logo para o turísmo que é a nossa principal área de actividade económica.

Gostaria de fazer um apelo à participação de todos neste esforço de recuperação porque o trabalho que cada um de nós consegue fazer é uma parte ínfima numa grande área ardida, mas o risco de aluvião é muito grande e é necessário o contributo de todos para minorar este risco.

Mas falando sobre estes incêndios de verão vamos juntando dia após dia um conjunto de informações chocantes sobre a má actuação no combate aos incêndios. Quem esteve directamente envolvido nesse combate aponta erros dos superiores e uma atitude de deixar arder quando tinha sido possível fazer muito melhor, quer na prevenção, quer na intervenção.
Enquanto político tenho o dever de divulgar estas queixas para quem de direito investigar e actuar.

Não se compreende, por exemplo, que poços que existem na montanha para combater os incêndios tenham sido deixados com a torneira aberta, fazendo com que não existisse uma gota de água quando os incêndios surgiram no Verão.
Também não se compreendem as intervenções que deixam incêndios fáceis de controlar avançar porque estão lentamente a descer a encosta e existem ordens para não os combater.
Também as prioridades são questionáveis. Porque é que na Fundação Social Democrata estavam os maiores autotanques existentes na Madeira parados em fila vindos de diversos Concelhos, enquanto que mais acima eram necessários para apagar o fogo e nada era feito.

As pessoas estão revoltadas com estas prioridades, com estes negócios obscuros que ganham com o terreno a arder, com este regime em ruptura onde impera o salve-se quem puder. Já sabemos que nesta terra ninguém é responsável por nada, porque a cultura da irresponsabilidade é cultivada a partir do topo do regime político. Tem de ser o povo a mudar!

15 Out 2010 Vídeoblog n.º2 – 15 de Outubro de 2010
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Hoje é dia 15 de Outubro de 2010, dia de apresentação do orçamento de estado na Assembleia da República e todos já tivemos a oportunidade de ver que este é um orçamento de estado muito difícil que afecta toda a gente, apesar de tentar afectar mais aqueles que mais ganham. Todos serão afectados nesta tentativa de por em ordem as contas do estado que tem estado a viver acima das suas possibilidades desde há muito tempo.

Na verdade, todo o paradigma do Estado e do mundo ocidental era o crescimento económico, pelo que era perfeitamente aceitável para todos, partidos no governo e na oposição, que se fizessem hoje investimentos que só seriam pagos pelas gerações futuras.

Com o paradigma de falta de crescimento, com esta maré que se está a esvair do mundo ocidental em favor de um crescimento económico que continua muito forte nos países designados BRIC (Brasil, Russia, India China), todo o mundo ocidental está ou em estagnação ou em queda e esse é um cenário muito difícil para todos nós, pelo que encontrar responsável políticos a nível nacional parece-me excessivo, quase até ridículo, face ao cenário global em que estamos a viver.

Há que viver de acordo com as possibilidades, de acordo com aquelas que são as capacidade de recursos do Estado Português e portanto nós não podemos continuamente aumentar impostos sem ter as medidas de reformulação da despesa pública que garantam a sustentabilidade para o futuro.

Aquilo que é mais difícil para mim neste momento e ver estarem a ser usadas as razões erradas para justificar estas medidas de austeridade. Toda a argumentação está a ser feita com base na necessidade de recuperar a confiança dos mercados financeiros a nível global no nosso país. Mas na minha opinião esse não é o motivo certo. O motivo certo é o Estado tem de ter um papel e tem de gastar os meios que é possível em cada momento dispor para desempenhar a sua função de acordo com as possibilidades do país e não de acordo com o nosso desejo utópico daquele que deveria ser o papel do Estado. Temos de caminhar para aí e não necessáriamente hipotecar o futuro com base nessa esperança. E é portanto necessário questionar o nosso motivo.

O Emanuel Kant dizia que não basta fazer uma acção correcta, neste caso reduzir as despesas do estado, reformular o nosso orçamento em termos de despesas e receitas para tornar as contas equilibradas, não basta fazer a acção correcta, dizia o Emanuel Kant, se utilizarmos a razão errada – isso não nos dá valor moral. Temos de fazer a coisa certa pela razão certa.

A razão certa é termos as despesas e receitas do Estado equilibradas.

A razão errada é ganhar a confiança dos mercados internacionais para continuar a aumentar a dívida pública ou privada. Para refinanciar a dívida pública eternamente numa expectativa de não resolver o problema, apenas ir mantendo a situação, ou, pior ainda, para resolver um problema aos bancos que na realidade têm se comportado muito durante todo este período porque perante a crise e as dificuldades generalizadas, a banca continua a apresentar resultados das suas operações absolutamente imorais perante as dificuldades que todos estão a passar.

14 Out 2010 Videoblog n.º 1
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Está com a imagem totalmente dessincronizada em relação à imagem. Amanhã será melhor!

1. Falo sobre a experiência de video-blog e motivo outros a fazê-lo.

2. Falo da notícia de 1/3 das pessoas sofrerem de alergias e de como isso é um absurdo que só tem como objectivo o vender mais medicamentos caros.

3. Falo sobre a notícia da Amazon UK sobre o cobrir o preço de transporte para Portugal e sobre o problema do custo percentual que as gateways de pagamentos sobre todas as compras na Internet.

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Texto na íntegra que me foi pedido por razões de acessibilidade.
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Caros internautas este é o primeiro vídeo do meu vídeoblog, uma experiência que já gostava de fazer há tanto tempo e que hoje finalmente decidi tomar a iniciativa de o fazer.

Este videoblog vai ter sempre a duração de 3 minutos, é muito sucinto, pelo que falarei no máximo de 3 assuntos em cada pequeno vídeo diário.

Hoje gostava de começar por falar desta iniciativa de criar um vídeoblog. Não conheço muitas pessoas que o façam, mas gostaria que fosse algo a repetir por outros porque parece-me que transmitir ideias através de vídeo é muito mais engraçado, muito mais intuitivo e muito menos cansativo do que fazê-lo através da escrita.

Gostaria de falar hoje de uma notícia do Diário de Notícias do Funchal – Madeira em que 80 000 madeirenses sofre de alergias. Basicamente defendem que 1/3 dos madeirenses têm alergias. Eu gostava de falar sobre isto porque é inacreditável esta tendência de espalhar doenças por todo o lado. É inacreditável que se possa pensar que 1/3 dos madeirenses tem doenças alérgicas que valham a pena referenciar e tratar. Se nós fossemos somar a quantidade de doenças dos mais diversos tipos que sistematicamente aparecem nas notícias afectando a população chegaríamos à conclusão que não existe em Portugal ninguém saudável, o que é um absurdo.

E portanto vamos dar a volta ao prego e em vez de estar sempre a falar das doenças numa perspectiva de vender cada vez mais medicamentos e mais caros, podemos fazer ao contrário, vamos dizer: se há 1/3 dos madeirenses, ou dos portugueses que sofre de alergias então os medicamentos para as alergias têm tanto mercado que têm de ter um preço muito baixo. Vamos dar a volta ao prego e forçar a que o preço dos medicamentos para as alergias sejam baixos em vez de tentar vender mais medicamentos.

Outro ponto que gostaria de abordar neste primeiro videoblog é também uma pequena notícia que também está no Diário de Notícias da Madeira de hoje que a loja Amazon do reino unido passou a ter portes gratuítos para Portugal. O que é uma notícia fantástica porque a era global e o comércio electrónico que estamos a poder usufruir nos dias de hoje tem um grande handicap que é o custo que está associado quer aos transportes, quer às taxas de utilização de pagamentos por cartão de crédito que são verdadeiramente abusivas.

A Amazon toma a iniciativa de cobrir os custos de transportes, o que é uma excelente medida, mas gostava de chamar à atenção para a outra que acabei de referir, que é termos a impossibilidade de fazer pagamentos, mesmo de baixo valor, sem estar a pagar em percentagem para as operadoras dos cartões, os intermediários dos cartões, o que é manifestamente um roubo.

Até amanhã.

14 Out 2010 Inovação acelerada pela multidão na web
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Acabo de ver uma conferência no TED sobre como os vídeos na web podem proporcionar a inovação acelerada em praticamente todas as áreas.

Na web as pessoas desempenham diversos papeis no processo de inovação:
- inovadores
- comentadores
- cépticos
- detectores de tendências
- apoiantes (cheerleaders)
- elementos que buscam caminhos alternativos empenhadamente (mavericks)
- superdivulgadores

Aplicando o conceito à política decidi avançar hoje com a ideia, que já me perseguia há algum tempo, de criar um videoblog.